Bisma Eight

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Ubud é o centro cultural e espiritual de Bali, é onde nos sentimos parte dos costumes e tradições Balinesas, e onde nos perdemos numa introspeção sem fim.

O Bisma Eight em Ubud representa tudo isto.

Um Luxury Boutique Hotel situado no coração natural da região, que demonstra bem a herança artesã e espiritual da região.

BismaE - 21A vista sobre a floresta de Ubud

A apenas uma pequena caminhada de 10 min das principais ruas de Ubud, este oásis permitiu-nos elevar os sentidos a um verdadeiro refúgio da natureza.

Aqui, a decoração moderna cria uma simbiose perfeita com a tradição balinesa, e a serenidade e a beleza natural são honradas.

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Primeira Impressão
Para chegar ao hotel percorremos uma estrada bem estreita e um tanto ao quanto sinuosa que em nada faziam antever o que nos esperava, fomos passando por caras sorridentes, por arrozais e os seus trabalhadores e por crianças de motorizada (que de certeza ainda não têm idade para o fazer!), até que chegamos ao nosso destino, o Bisma Eight.

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Uma entrada bem discreta, mas uma receção calorosa com sorrisos genuínos!

O cru da pedra que preenche as paredes é abafado pelos círculos luminosos que parecem cair do teto e que juntos constituem o distinto candeeiro que nos dá as boas-vindas.

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Um pequeno equívoco na nossa reserva foi eficazmente resolvido pelo simpático staff e o check in foi efetuado sem demoras.
Encaminhados ao nosso quarto pudemos observar o estilo quase que Boho Chic que predomina no hotel mas sem nunca se sobrepor à carga espiritual que este carrega de uma forma natural. Logo a seguir à receção, à nossa esquerda um altar duma divindade hindu se impõe altivamente e quase parece dar-nos as boas-vindas enquanto purifica a nossa mente.

E o Bismaeight é mesmo isto, um misto de uma atmosfera moderna, casual, elegante com uma imponência espiritual que nos faz perceber que estamos num local sagrado.

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Quartos
O hotel é constituído por 38 suites, não há quartos, há sim enormes suites que combinam uma linha de decoração simplista com a arte balinesa.

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São de três tipos, The Garden Suites com vista para o imenso jardim e acesso ao mesmo, The Canopy Suites (onde ficamos) com vista para o belíssimo terraço com a floresta ao longe, e The Forest Suites com uma vista de cortar a respiração para a floresta e muito próximo da piscina.

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Quando entramos no quarto apercebemo-nos instantaneamente dum misto em que a madeira é rainha e se combina com o branco puro dos lençóis. Pelo meio vão havendo explosões de laranja e amarelo que conferem um ambiente vibrante ao quarto. Enorme, uma sala ampla com uma varanda em que o verde do jardim se faz sentir em plenitude, um quarto rodeado de madeira, com almofadas de cores fortes a rivalizar com a brancura dos lençóis, e uma casa de banho de morrer! Linda, linda, linda!

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A banheira japonesa arrebatou-me sem demoras!

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Restaurantes/cafés/bares
Há três opções, distintas mas igualmente perfeitas.
O The Library Café traz duas das mais agradáveis sensações da vida, literatura e café! Desfrutar dum bom café, ler um bom livro e relaxar umas boas horas, este é o mote do The Library Café.

BismaE - 27Parte do lobby com o The Library Café ao fundo

O The Pavilion, por sua vez, convida-nos a passar um dia inteiro com uma bebida bem fresca junto ao local mais paradisíaco do hotel, a sua infinity pool.

BismaE - 39No The Pavillion é possível comer praticamente em cima da floresta

   BismaE - 36       BismaE - 22       BismaE - 31 O ótimo Cooper Kitchen & Bar

Por último, o Cooper Kitchen & Bar faz as delícias gastronómicas do hotel durante todo o dia. Aqui tivemos oportunidade de saborear um excelente pequeno-almoço (ai aquele pão de Sourdough!), com um surpreendente Happy Birthday para o João, que teve direito a acordar com uma celebração bem diferente do habitual.

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Ao jantar, não faltou um ambiente animado e sempre selado pela calma e sensação de serenidade e plenitude que Bali (e Ubud em particular) nos transmite. Provaram-se reinterpretações de ingredientes típicos da região e os seus sabores clássicos com uma roupagem bem atual.

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Destaque para o excelente arroz da região com amêijoas e o short rib cozinhado a baixa temperatura. Muito bom!

Para finalizar o jantar, nada como um cocktail no bar do Cooper, num terraço com uma vista sobre a natureza e que nos faz esquecer o resto do mundo.

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Serviços
O melhor de todos? A Infinity Pool! Que imagem paradisíaca, a água da piscina faz uma conjugação perfeita com o verde da floresta envolvente. Passamos horas e horas sem querer sair deste oásis. E o caminho que percorremos para chegar à piscina é igualmente deslumbrante, vamos observando o jardim com as suas cores fortes, numa caminhada quase guiada por deuses e que nos transporta sem demoras, no chão vamos observando oferendas e incensos que enaltecem ainda mais a perfeição deste local.

BismaE - 38mA representação da floresta que nos leva até à piscina do Hotel

Para quem gosta de se manter ativo, o ginásio do Bisma Eight é uma excelente opção. E as aulas de Yoga, que se realizam quase diariamente e se desenrolam no terraço do hotel garantem o equilíbrio emocional e físico que tanto tentamos alcançar no nosso dia a dia.

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Para quem procura uma gastronomia pura e natural o The Gardens, na mesma rua do hotel e que pertence a este, é um autêntico festim de produtos biológicos e saborosos, que podemos escolher e desafiar o chefe e criar pratos diferentes e especiais só para nós.

BismaE - 18As plantações orgánicas do Bisma Garden

O Bisma Eight oferece ainda a opção de criar uma série de atividades fora do hotel e de acordo com o gosto pessoal de cada hóspede. Basta questionarem na receção e a equipa terá todo o gosto em ajudar.

É um destino perfeito para quem viaja em Lua de Mel!

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Atendimento
O povo balinês é genuinamente simpático, sem dúvida, e a equipa do Bisma Eight leva essa simpatia ao extremo.

Há sempre um funcionário em cada recanto, sempre com um sorriso nos lábios, sempre pronto a fazer com que nos sintamos especiais.

BismaE - 35O Bolo de aniversário do João!

Cada necessidade é suprida com a maior eficiência possível e a boa disposição é uma constante.
Se ao menos todo o mundo fosse assim!

O Bisma Eight é um perfeito oásis que transportou um edifício com um design brilhante e o implantou no meio da floresta, onde os diferentes sons provenientes desta nos acalmam a mente e onde a paz que se sente nos preenche a alma.

É muito mais do que um hotel, é um local construído por humanos e ungido por Deuses!

Bisma Eight
Quartos a partir de 180€
68 JL. Bisma – Ubud –  Bali
+62 361 4792888
info@bisma-eight.com 

English Version

Fotos: Flavors & Senses

Nota
Flavors & Senses em Bali com o apoio da Samsonite.
Estivemos no Bisma Eight a convite, sendo que isso em nada altera o nosso trabalho cuja opinião e o texto são da exclusiva responsabilidade do seu autor.

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Banyan Tree Ungasan

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Todos nós já nos perguntamos, pelo menos uma vez na vida, como seria o paraíso… eu tenho por hábito procurá-lo incessantemente em tudo o que me rodeia, seja em certos momentos das minhas viagens, em pequenos detalhes na natureza, em certas obras de arte, e em pequenos pormenores da história que cada local carrega.

Sinto-me uma abençoada por conseguir descobrir tantas vezes o paraíso, ou melhor dizendo, aquilo que eu considero o meu paraíso!

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Mas, esta definição de paraíso tomou proporções incontroláveis no momento em que chegamos ao Banyan Tree Ungasan em Bali.

Bali era por si só uma das minhas viagens de sonho (sim, é óbvio que o Eat, Pray Love ajudou bastante!) mas o que não sabia era que existiam locais assim, com uma componente tão idílica, tão mística e tão divina!

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O Banyan Tree Ungasan situa-se, como o próprio nome indica, em Ungasan, no extremo sul de Bali, e a apenas 35 minutos de carro do aeroporto de Denpasar. Fica muito próximo de um dos mais mediáticos templos de Bali, o Pura Luhur Uluwatu, o templo que se situa no topo de uma falésia e que se diz ser o protetor de Bali contra o mal.

Tentem fazer uma visita a este templo, se conseguirem sair do Banyan Tree! Desafio-vos!

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Este imponente e majestoso hotel tem a particularidade de se situar mesmo em cima de um penhasco com uma vista deslumbrante sobre o Oceano Índico, e muito próximo de uma das mais bonitas praias de Bali, a Nusa Dua.

BanyantreeU - 76 O típico sino asiatico dá-nos as boas vindas à chegada

Primeira Impressão
Acho que já perceberam qual a minha primeira impressão, certo?
Mas eu passo a explicar mais detalhadamente.

Para começar, o hotel organizou tudo de forma a ir-nos buscar ao aeroporto, após um voo relativamente curto, vindos de Singapura (ver) lá estava à nossa espera um funcionário do hotel de sorriso simpático e com a sua farda de estilo tipicamente balinês (era a pessoa mais elegante no meio da imensidão de outros como ele à espera de futuros hóspedes!).

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Quando chegamos ao hotel fomos recebidos com um ritual de celebração que abençoou a nossa vida e prosperidade (ficamos giríssimos com grãos de arroz na testa e eu com flor de lótus no cabelo)!

Fomos convidados a relaxar no imenso sofá enquanto nos serviam uma bebida fresca de boas-vindas e nos faziam o check-in. A arquitetura balinesa de estilo contemporâneo conjugada com a natureza envolvente já tinham tomado conta de mim e neste momento já eu estava longe e naquele que viria a ser o mais perfeito paraíso que já vi.

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Quem leu os artigos sobre a Tailândia (ver) sabe que tenho uma qualquer paixão pela Ásia que não consigo explicar, o povo, os cheiros, a arquitetura, a natureza… é qualquer coisa que mexe comigo e me eleva os sentidos a um outro mundo. E foi isso que senti mal cheguei ao Banyan Tree, o facto de saber que estava numa terra tão espiritual como Bali teve a sua influência, claro!

Bem, não divaguemos mais! Da receção fomos conduzidos (no verdadeiro sentido da palavra! Ou seja, naqueles carrinhos semelhantes aos do golfe) até ao nosso quarto, desculpem! Casa!!! E que casa! Sim, porque um espaço com 403m2 não é um quarto, é uma casa! Certo?

BanyantreeU - 69A porta para o “pequeno” paraíso que era a nossa Villa

Quartos
O Banyan Tree Ungasan conta com 73 Villas categorizadas em três tipos, a Pool, o Sanctuary e a Presidential. Ficamos numa Pool Villa Sea View, ou seja, com uma vista de cortar a respiração para o mar.

BanyantreeU - 2A habitual carta e as frutas tropicais de boas vindas que tanto aprecio!

E se eu já tinha achado que o hotel era um paraíso, aqui é que as coisas tomaram uma dimensão digna de uma divindade!
Uma porta de madeira abre-se para a casa dos Deuses! Daqui, um caminho, por entre pedras que flutuam no lago, leva-nos à entrada da casa propriamente dita ou ao jardim e à piscina infinita que nos convida a entrar e nunca mais sair.

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Optamos por entrar primeiro em casa. Música balinesa tomava conta do ambiente, e foi neste momento que me afastei do resto do mundo e criei um lugar bem distante e bucólico, só para mim.

A sala junto com a cozinha, do tipo Kitchenette, tinham um estilo contemporâneo aliado ao estilo asiático, com pormenores bem patentes da cultura balinesa. Tetos altos garantiam um estilo imponente sem igual, dando o ar ainda mais oriental ao ambiente. Uma janela do chão ao teto, com acesso ao jardim e zona de piscina, enchia a sala de luz e cor.

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Na mesa, esperavam-nos uns deliciosos frutos tropicais (já vos disse que vivia aqui só por causa destes frutos?).
Continuamos à descoberta da casa e seguimos por um corredor, que continha a casa de banho de serviço (como se fosse necessária!), até que chegamos ao quarto. Este ia ao encontro da sala, um teto altíssimo sobre a confortável cama, e rodeado por janelas/portas de vidro do chão ao teto que se abriam para o jardim e a piscina, e quando digo piscina falo a sério! A porta em frente à cama abria-se diretamente para a piscina, de borda infinita cujo horizonte era o mar!

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Atrás do quarto a belíssima casa de banho e o funcional closet roubaram o meu coração num ápice, a banheira rodeada de vidro que deixava entrar a beleza do jardim, era o ex libris desta divisão.

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Terminada esta tour pela casa era tempo de conhecer o jardim e a piscina.
Duas espreguiçadeiras esperavam por nós, mas a chuva tropical que se fazia sentir nesse momento não nos permitiu usufruir delas.

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Descansei um pouco no sofá em forma de círculo que era coberto, e entrei no jacuzzi que chamava por mim, água quente quanto baste, com a chuva a tocar-me o rosto, com a piscina ao meu lado e com o mar e a natureza como confidentes! Provavelmente um dos momentos mais idílicos de sempre!

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Restaurantes
O hotel conta com quatro opções gastronómicas, sendo que uma delas, o Tamarind, estava, na altura da nossa estadia, encerrado.

Assim, sobram-nos três opções bastante agradáveis, o Ju-Ma-Na, o Bambu e o Pool Bar.

O primeiro é um dos mais mediáticos espaços do hotel, conhecido especialmente pelas grandes celebrações que organiza, como casamentos, aniversários e festas diversas. Aliás, aquando da nossa estadia houve uma celebração de 25 anos de casamento, com direito a fogo de artifício e tudo! Situa-se mesmo na ponta da falésia com uma vista deslumbrante sobre o horizonte com o oceano índico a fazer as honras. É um local com charme e alguma sensualidade, com um estilo de matriz marroquina, garante um ambiente elegante e cosmopolita.

BanyantreeU - 28O terraço do Ju-Ma-Na sobre a falésia 

O Bambu, mesmo em frente à mágica infinity pool do hotel, serve todas as refeições do dia, aqui tivemos a oportunidade de desfrutar do saboroso pequeno-almoço, com opções para todos os gostos, desde o mais tradicional balinês ao mais ocidental possível.

BanyantreeU - 67O pequeno almoço no Bambu

Por fim, o Pool Bar funciona associado à piscina, como o próprio nome indica, e serve snacks e bebidas ao longo do dia. Aqui tivemos a oportunidade de saborear um “chá das cinco” com alguns snacks, pastelaria e chá gelado e com uma vista magnífica sobre o oceano.

BanyantreeU - 33O “chá das cinco” no relaxante Pool Bar

Para quem não conseguir ausentar-se da sua Villa, o hotel leva a gastronomia até nós, com o seu conceito In Villa Dinning, com um Chef a cozinhar só para nós!

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Serviços
Além de todo o esplendor de natureza a que se tem acesso por todo o complexo do hotel, da mágica e elegante infinity pool que garante um relaxamento sem precedente, e do ambiente inigualável da nossa Villa com jacuzzi e piscina privativa, o hotel tem ainda imensas opções para transformar a estadia de qualquer mortal num momento digno de Deuses!

Uma dessas opções é um jantar a dois, num ambiente em que o romantismo é rei, num dos imensos locais idílicos do hotel, como por exemplo, um local completamente isolado, com o oceano índico como testemunha!

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Outro das opções mais aclamadas do Banyan Tree é o seu Spa, um dos locais mais deslumbrantes do hotel, em que o relaxamento toma conta de nós e nos faz acreditar que não existe mais nada além deste momento.

Tive a oportunidade de experienciar um tratamento de 90min, com ritual de pés, massagem corporal e craniofacial e relaxamento final, em que são servidos chá quente e frutas típicas. Um momento sem igual, nas mãos duma terapeuta de excelência e num dos espaços mais bonitos e calmos de sempre.

BanyantreeU - 74Ginásio

Outro dos serviços do hotel passa pela organização de um autêntico banho de Rainha ou Rei na nossa própria Villa, em que a nossa casa de banho é transformada num cenário de luxo e imponência digna dum banho real, com aromas sensuais, velas, flores e espuma a caracterizar um ambiente romântico ao qual nem o vinho faltará!

BanyantreeU - 30“White Dove” o lindissimo espaço sobre a falésia, criado especialmente para casamentos

Este é um dos hotéis de Bali mas requisitados para a realização de casamentos, e para passar a Lua-de-Mel, e por isso esta imensa escolha de atividades românticas “assenta como uma luva”!

Mas, o Banyan Tree também está preparado para um público muito mais alargado, sendo capaz de fazer as delícias de qualquer família. O The Turtle Club é a prova disso. Um espaço divertido e cheio de atividades destinado a crianças entre os 4 e os 10 anos.

BanyantreeU - 40mSim é verdade conseguiram por-me a cozinhar!

Outra das atividades bastante apreciada por todos são as aulas de cozinha. Tivemos oportunidade de experimentar uma (sim, eu cozinhei, e o João adorou! Mas foi um momento isolado, isso é certo!) em que aprendemos a cozinhar um dos pratos típicos de Bali, o Nasi Goreng, basicamente, arroz frito com legumes e ovo, e que estava bem bom, devo dizer!

O hotel conta ainda com uma Galeria, repleta de peças de arte balinesas feitas à mão ou amenidades da assinatura do spa que personificam o próprio Banyan Tree e nos permitem levar para casa um pouco deste pequeno paraíso.

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Para quem quer manter-se em atividade, mesmo em altura de férias, pode contar com o ginásio do hotel, e com aulas de Yoga.
Para quem viaja em trabalho, não que eu acredite que alguém tenha coragem de trabalhar no meio deste paraíso, o hotel contém três salas de reuniões, eventos ou conferências.

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Atendimento
Bali faz-me lembrar a Tailândia no que diz respeito ao atendimento nas unidades hoteleiras, ou seja, o mimo é elevado a outra dimensão.

O mote é garantir que nos sintamos especiais desde o primeiro ao último segundo da nossa estadia. E acontece desde o primeiro momento, em que somos recebidos por toda uma equipa recheada de sorrisos sinceros que nos “batiza” com amor e prosperidade.

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Durante a estadia nada falha, a simpatia e amabilidade são constantes, a capacidade de suprir todas e quaisquer necessidades está sempre presente e os sorrisos, esses são assumidamente genuínos.

BanyantreeU - 24Templo Hindu no interior do Resort

O Banyan Tree Ungasan é muito mais que um hotel ou resort de luxo, é um refúgio que nos aproxima dos Deuses, é um autêntico santuário que nos permite estar mais perto do paraíso, é o local que nos liberta do conflito que é a loucura de viver e nos abre a alma para a eternidade!

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Quero ficar aqui para sempre!

Banyan Tree Ungasan
Quartos a partir de 450€
Jl. Melasti, Banjar Kelod – Ungasan, Bali
+62 361 300 7000
ungasan@banyantree.com

English Version

Fotos: Flavors & Senses

Nota
Flavors & Senses em Bali com o apoio da Samsonite.
Estivemos no Banyan Tree Ungasan a convite, sendo que isso em nada altera o nosso trabalho cuja opinião e o texto são da exclusiva responsabilidade do seu autor.

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Comer em Singapura

Singapura - 114Maxwell Centre

 Se vocês, como eu, forem apaixonados por comida e por comer, será impossível não se  apaixonarem por Singapura.

Aqui a comida é levada muito a sério, dos restaurantes de Fine Dining aos Hawker Centres, as possibilidades são mais do que muitas, com opções para todos os bolsos e com uma premissa, difícil em Singapura é comer mal!

As influências, enquanto país de imigrantes, fluem principalmente entre a comida Chinesa, a Malaia e a Indiana. Na restauração moderna, não falta como seria expectável, a cozinha francesa, a japonesa, e a espanhola que parece ter invadido a cidade com as suas tapas.

Singapura - 115Maxwell Centre

Mas comecemos pelo pequeno almoço, em Singapura o mais tradicional é a Kaya Toast e ovos, que é como quem diz, ovos cozinhados a baixa temperatura acompanhados com uma torrada barrada com manteiga e uma espécie de compota (kaya), feita à base de creme de coco e açúcar. Doce, muito doce, mas é impossível deixar Singapura sem provar um destes pequenos almoços. O estabelecimento mais famoso é o Ya Kun Kaya Toast, espalhados um pouco por toda a cidade.

Singapura - 91

Quanto à comida de rua, a verdadeira essência da gastronomia da cidade, é algo que dificilmente alguém conhece melhor do que os Singapurenses, habituados a boa comida e a baixo custo. Em Singapura, e ao contrário do resto da Ásia, a comida de rua não se encontra propriamente nas ruas, mas sim em Hawker Centres (mais de 20 espalhados por toda a cidade), uma espécie de praças alimentares criadas pelo governo de forma a poderem controlar a qualidade, higiene e segurança dos estabelecimentos e produtos vendidos. Por isso decidimos escolher 10 pratos que simbolizam a interessante cozinha de Singapura.

Singapura - 25Satay by the bay Hawker Centre

10 Pratos Imperdíveis  em Singapura 

Singapura - 28Satay

1 – Satay
Satay é um prato famoso de origem malaia ou indonésia à base de carne marinada com açafrão das índias e outras especiarias, colocada em pequenos espetos e grelhada. Um prato muito apreciado pelos Singapurenses que até deu nome a um dos Hawkers da cidade (Satay by the bay). As carnes mais famosas são o frango, vitela, cordeiro (o mais interessante) e até porco em alguns dos vendedores de origem chinesa. A acompanhar normalmente está um molho picante à base de amendoim, juntamente com cebola e pepinos.

Onde comer: Satay by the bayKwong Satay e Haron Satay.

2 – Carrot Cake
Não, não é o famoso bolo americano nem tão pouco leva cenoura. É uma espécie de omelete à base de ovo e daikon.

Onde comer: Fu Ming Carrot Cake, Hai Sheng Carrot Cake, He Zhong Carrot Cake

Singapura - 29Carrot cake

3 – Hokkien ‘Mee’ 
O Hokkien Mee de Singapura é uma combinação de noodles de ovo e noodles de arroz, com caldo de camarão com carne de porco, lula e camarões, entre várias outras combinações.

Onde comer: Geylang Lorong 29 (Satay by the Bay), Eng Ho Fried Hokkien Prawn Mee, Ah Hock Fried Hokkien Noodles, Original Serangoon Fried Hokkien Mee

Singapura - 119Chicken Rice

4 – Chicken Rice
Este será porventura o prato mais famoso de Singapura. Espalhado por toda a cidade e por todo o tipo de restaurantes. O frango é cozido num caldo aromático de frango e porco, sendo depois o arroz também ele cozido com o mesmo caldo, gengibre, alho e uma série de especiarias. Normalmente é também acompanhado por um molho picante.

Onde comer: Tian Tian Chicken Rice (celebrizado por Anthony Bourdain), Boon Tong Kee.

Singapura - 117 As filas no Tian Tian Chicken Rice

5 – Chili Crab 
Os Singapurenses adoram caranguejos, de todas as formas e tamanhos, sendo os mais apreciados o Chili crab (com um molho de tomate ligeiramente picante, acompanhado de pequenos pães para mergulhar no molho) e o Black pepper crab (com um molho à base de pimenta preta ligeiramente adocicado).

Onde comer: Long Beach Seafood (ver), Red House Seafood Restaurant, Crab Party

Singapura - 56Chili Crab

6 – Fish Head Curry
Um prato originário provavelmente do sul da Índia que tem vindo a sofrer alterações com a influência dos outros povos que habitam Singapura. Um caril servido normalmente com meia cabeça de peixe e vegetais e com versões mais picantes ou mais doces, dependendo da sua origem.

Onde comer: Samy’s Curry, Bao Ma Curry Fish Head, Gu Ma Jia

Singapura - 31Murtabak

7 – Roti Prata e Murtabak
Mais um prato que tão bem caracteriza a mistura cultural de Singapura, origem indiana, nome malaio e comido por chineses! Uma espécie de panqueca fina, cozinhada sobre uma chapa quente que pode acompanhar uma enorme variedade de pratos.  Quando é recheada com ingredientes que podem ir desde a sardinha, ao frango ou vegetais passa a chamar-se Murtabak.

Onde comer: Prata Stall (Satay by the bay), Thasevi Famous Jalan Kayu Prata Restaurant, The Roti Prata House

8 – Bah Kut Teh
Este é um dos pratos mais humildes da cozinha de Singapura e dos seus imigrantes chineses, um caldo intenso à base de porco, pimenta e ervas aromáticas, posteriormente enriquecido com os cortes menos nobres do Porco.

 Onde comer: Ya Hua Bak Kut Teh, Song Fa Bak Kut Teh, Leong Kee (Klang) Bak Kut Teh

Singapura - 116

9 – Laksa
Uma fusão entre as cozinhas chinesa e malaia. O mais famoso em Singapura é o Laksa com caril, onde se usa a massa, leite de coco, peixe, camarão e amêijoas além, como é óbvio, da folha de laksa.

Onde comer: 328 Katong Laksa, Sungei Road Laksa, Janggut Laksa

10 – Rojak
Terminamos com uma série de legumes salteados juntamente com um bolinho de massa frita e envolvidos num molho de pasta de camarão fermentada.

Onde comer: Janggut Laksa, Hoover Rojak

Singapura - 103Durio

Outra das coisas que não podem deixar de comer em Singapura, e na Ásia em geral, é a fruta, da pitaya aos vários citrinos, passando pela jaca e por uma série de espécies e de variedades que não se encontram na Europa. Um fruto em particular, o Durio, causa um verdadeiro estímulo de amor/ódio, o seu cheiro intenso (semelhante a um bom queijo francês) e a sua textura cremosa, faz com que ou se ame ou se odeie. É sem dúvida algo que não devem deixar de provar quando visitarem a cidade!

singapura -1xxxxxO “primo” chinês do nosso pastel de nata

Além da fruta e da fantástica comida de rua, Singapura é também um paraíso para os restaurantes de Fine Dining, com cerca de 10 espaços a fazer parte do Asia’s 50 Best Restaurants. Entre eles, o mais famoso será o restaurante André, do chef André Chiang, que utilizou a sua formação na cozinha francesa para a adaptar aos ingredientes asiáticos e a apresentações bem contemporâneas. Além do André, são também famosos o Waku Ghin, o Les Amis, o trendy Burnt Ends, o Corner House no lindíssimo Jardim botânico, o Japonês Shinji (um dos melhores fora do Japão), o Jaan, o Tippling Club, o Wild Rocket (ver) e um novo rookie da cena gastronómica Singapurense, o Meta (ver), entre muitos outros restaurantes maravilhosos.

meta - 2Camarão doce japonês no restaurante Meta

E assim se vive em Singapura, uma cidade que vale a pena conhecer sem sair da mesa.

Sim, porque comida é cultura!

Onde Ficar
The South Beach
The Fullerton Hotel

 English Version

 Fotos: Flavors & Senses

Nota
Flavors & Senses em Singapura com o apoio da Samsonite e da Singapore Tourism Board (STB) – #YourSingapore.
– Durante a nossa visita fomos acompanhados pela incansável Naseem Huseni – guia da STB

Este Artigo é o 5º de 5 artigos para o nosso Guia de Singapura

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Passatempo – Adegga Winemarket Porto 2016

Porto2016 cópia

O Adegga Winemarket Porto 2016 vai decorrer no próximo dia 16 de Abril no Hotel Porto Palácio.

“O Adegga WineMarket Porto é mais do que vinho.
É sobre quem encontramos, as gargalhadas que soltamos, o tempo que passamos a sorrir.
É emoção e alegria. Somos nós, são vocês.
São as pessoas.”

 É desta forma que um dos mais interessantes projectos de divulgação do vinho nacional se apresenta, pelo que o nosso Blog não poderia deixar de apoiar mais uma edição deste evento que tantas marcas deixou nas suas edições anteriores (Ver).

Assim, temos um Passatempo para os nossos leitores, com direito a 2 entradas duplas no Adegga Winemarket Porto 2016.

Para Participar só têm de:
1- Fazer “GOSTO” na nossa Página e na do Adegga
2- Partilhar a publicação do Facebook no vosso mural.

O passatempo termina à meia-noite de Sexta 15 de Abril.
Sendo os Vencedores escolhidos aleatoriamente pela nossa equipa e divulgados no dia 15 de Abril .

Quer conhecer melhor este evento? Saiba tudo aqui: Adegga Winemarket Porto 2016

Local
Porto Palácio Congress Hotel & Spa – Avenida da Boavista, 1269, Porto
Entradas: dos 15€ aos 50€
Das 15h00 às 21h00

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The Fullerton Hotel

fullerton4O icónico edificio do Th Fullerton Hotel*

Depois de uma passagem pelo lado mais contemporâneo e moderno de Singapura, decidimos partir para uma experiência mais clássica, sem nunca descorar o luxo, obviamente.

Partimos então para uma curta, mas memorável, estadia no The Fullerton Hotel. A sua localização estratégica junto à entrada do rio ocupa o espaço onde outrora funcionou o Forte Fullerton, e onde mais tarde – em 1928 –  nasceu o edifício que hoje conhecemos como The Fullerton Bulding, o mais imponente edifício da época em Singapura, com a sua arquitectura neoclássica de influência colonial.

O espaço albergou o antigo posto dos correios, a sede de gabinetes do governo, clubs, a sua praça serviu nos anos 50 para algumas das principais campanhas políticas que levaram à independência de Singapura, até que em 2001 e após uma restruturação de $400 milhões o edifício reabriu como um dos mais icónicos hotéis da cidade.

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Felizmente a construção do hotel não dissociou o espaço da sua história, mantendo toda a traça do edifício e a maioria das suas  imponentes estruturas interiores, onde predominam as colunas gigantes e os mármores luxuosos. Assim, passear pelos diversos espaços do hotel, não é só apreciar os requintes de um hotel 5 estrelas, mas também os de um museu que retrata alguns dos momentos mais importantes da história de Singapura.

thefullerton - 13 O belíssimo pátio do hotel 

Primeira Impressão 
A primeira Impressão começou logo no luxuoso carro e no simpático motorista que nos transportaram até ao Hotel. À chegada fomos recebidos por alguns elementos da equipa de recepção que nos acompanharam directamente ao nosso quarto, passando pelo elegante e monumental lobby e o pátio interior.

Se ainda poderia haver dúvidas sobre o esplendor to The Fullerton, aqui ficam completamente dissipadas!

Os materiais nobres utilizados nos acabamentos, a luz natural, as contrastantes peças de arte contemporânea que decoram o espaço e os magistrais arranjos de flores deixaram-me completamente rendida. Assim se entra num dos mais grandiosos hotéis de Singapura!

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Nunca cheguei tão rápido da entrada de um hotel até ao quarto, e sobre isso só posso dizer maravilhas. Fazer o check-in no conforto do quarto em que vamos ficar hospedados é uma mais-valia, personalizando o atendimento ao máximo, especialmente quando falamos de um hotel de grandes dimensões. São aqueles pequenos detalhes que fazem o meu verdadeiro luxo!

thefullerton - 2 O nosso Quarto – Quay Club

Quartos
São 400 os quartos do The Fullerton Hotel, que seguem a imagem neoclássica do espaço, dividindo-se em diferentes tipologias, o Courtyard, o Quay (onde ficamos), Heritage e Esplanade, além das suas magistrais suites, onde como já é habitual, a Presidential, merece destaque.

thefullerton - 1Sabemos que estamos em boas mãos quando o “vinho da casa” é feito pela Pio Cesare

À nossa espera estavam, como já é habitual, umas ótimas peças de fruta e um delicado Nebbiolo da Pio Cesare, feito especialmente para o Hotel (detalhes, meus queridos, detalhes!).

Por falar em detalhes, além dos ótimos produtos Bulgari, e de uma cama grande e super confortável, os hóspedes dispõem de um menu de almofadas, com várias opções, das mais duras às mais macias, de forma a que ninguém durma sem o máximo de qualidade.

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Mas aquilo que me deixou mesmo de boca aberta quando cheguei ao quarto foi a varanda e a sua vista, e que vista! Com a Marina e todas as suas atrações como pano de fundo, o Merlion, o rio, e até uma grande parte do famoso circuito de F1.

O nosso quarto não poderia ter melhor imagem postal de Singapura!

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Singapura - 125A impressionante vista do nosso quarto

O Quarto de Banho também merece o seu destaque, muito por culpa da sua banheira gigante, os nobres mármores e o “rain shower” – que raramente me satisfazem, mas que aqui se revelou perfeito.

thefullerton - 12 Post Bar

Restaurantes
O Hotel conta com 6 espaços de características únicas, com ofertas gastronómicas e ambientes bem distintos, de forma a abranger os gostos da maioria dos seus visitantes. O Post Bar é provavelmente o espaço com a decoração mais moderna do The Fullerton, especializado em cocktails, onde não faltam os seus Slings de assinatura e pratos mais leves, num ambiente propício a negócios e a um bom final de noite. O Courtyard, que ocupa grande parte do pátio central do Hotel, é o espaço ideal para um snack leve, um chá a meio da tarde e claro, o seu famoso buffet de chocolate, disponível apenas à Sexta e ao Sábado (com muita pena minha!).

thefullerton - 11Post Bar

O Jade, um restaurante de cozinha contemporânea chinesa, que promete conquistar os palatos mais educados.

No Town Restaurant, com a sua magistral vista sobre o rio e os parques que o rodeiam, é onde a maioria dos hóspedes pode tomar o seu pequeno almoço, com uma das maiores variedades e opções da cidade.

O The Fullerton Cake Boutique funciona como uma verdadeira pâtisserie francesa, onde é possível degustar e encomendar alguns dos melhores bolos, cuidadosamente preparados pela equipa de pastelaria do hotel.

thefullerton - 14A vista do The Lighthouse

O mais apetecível e romântico dos restaurantes do The Fullerton encontra-se no ponto mais alto do Hotel, mais propriamente no antigo farol, que outrora serviu para guiar os barcos em direção à cidade, e que hoje serve de sala ao The Lighthouse. Um restaurante italiano que nos conquista não só pelos pratos como também pelas suas vistas únicas.

thefullerton - 21A infinity pool sobre o rio Singapura

Serviços
O hotel oferece todos as comodidades habituais de um cinco estrelas luxuoso, como o serviço de concierge, room service 24h, Wi-Fi, shuttles para os principais pontos da cidade, garagem, lojas, um marco dos correios, que fazendo jus à história do edifício, permite aos hóspedes colocar postais e cartas que serão posteriormente e gratuitamente enviadas com o selo do Hotel para todo o mundo.

Um dos pontos altos (se é que ainda se podem enumerar) é sem dúvida a infinity pool que abraça o rio, e nos transporta para um outro mundo, bem no coração da cidade.

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Como já é habitual neste tipo de hotéis os “atletas” também têm acesso a um ginásio, com os melhores equipamentos do mercado, aberto 24h por dia.

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À semelhança da maioria dos hotéis de luxo o The Fullerton também dispõe de um Club, o The Straits Club, ao qual tínhamos acesso pela tipologia do nosso quarto. Os hóspedes com privilégios do club, podem não só fazer um check-out tardio, como usufruir durante duas horas das salas de reuniões, engomadoria gratuita para duas peças de roupa, selecção de DVDs e, claro, acesso a uma sala mais recatada onde são servidos pequenos-almoços e leves snacks durante o dia na companhia de Champanhe Veuve Clicquot.

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Acabamos por optar por tomar aqui o nosso pequeno-almoço, num ambiente menos frenético, mantendo a boa selecção de produtos que já caracteriza o Hotel. Ótima pastelaria, bons pratos salgados, os melhores chás da TWG e claro aquele brinde final com um champanhe de qualidade.

Ao final da tarde, e depois de umas boas horas de relaxamento na piscina, a sala do club revelou-se também ela o sítio certo, para traçar alguns planos da nossa viagem e terminar alguns trabalhos pendentes – acompanhados de canapés delicados com ingredientes de primeira categoria.

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Outro dos ex libris do Hotel é o The Fullerton Spa. Um espaço mágico que nos transporta para um momento único de puro relaxamento.

fullerton3 Uma das salas de tratamento para casais no The Fullerton Spa

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Sendo o hotel um local que privilegia a história e a arte, somos congratulados com o The Fullerton Heritage Gallery, um espaço  que reúne uma verdadeira herança histórica sobre o local onde hoje se situa todo o complexo do hotel. Aqui podemos observar fotografias, mapas, e documentos sobre a cidade, o povo de Singapura e o The Fullerton.

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Atendimento
O povo de Singapura é dotado de uma educação e de um civismo que vai muito além daquilo a que estamos habituados no resto do mundo, e neste hotel, a estas características juntam-se a amabilidade, o carinho, a atenção, e a organização.

Apesar de ser um hotel extremamente grande, e com hóspedes a entrar e a sair a cada segundo, a vasta equipa do The Fullerton consegue garantir a execução exímia de todas as nossas necessidades.

thefullerton - 18A imponente escadaria do lobby

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Tudo se mostrou perfeito na nossa estadia, até a partida, em que fomos transportados até ao aeroporto com toda a comodidade possível – Mercedes Class S personalizado para o Hotel -, e “entregues”  a um funcionário do Lounge do aeroporto que nos aguardava e que prontamente tratou de tudo para nós. Ou seja, o luxo do The Fullerton acompanha os seus hóspedes até ao último segundo, mesmo quando eles já não se encontram no Hotel. Os detalhes, mais uma vez os pequenos detalhes!

thefullerton - 37O nosso fantástico motorista, o luxuoso carro e as nossas maravilhosas malas da Samsonite

Aliás, até vos posso dizer mais sobre o atendimento do The Fullerton: eu sou simplesmente a pessoa mais despistada do mundo, e após um excelente jantar no Meta (em que a sobriedade me abandonou por completo!), regressamos ao hotel para a nossa última noite em Singapura, e lá fui eu fazer as malas, pois no dia seguinte partiríamos cedo para Bali, e como óbvio, fazer malas nestas condições dá sempre asneira, e esqueci-me duns ténis no quarto. Só viria a dar pela falta deles 3 dias depois!

Toca a contactar o The Fullerton! Lá estavam eles guardadinhos à espera do meu chamamento! Claro que agora o problema que se colocava era, como faço eu para os reaver??? E como o The Fullerton não faz a coisa por menos, no dia em que voamos de Kuala Lumpur novamente para Singapura, lá estava um simpático funcionário quase à saída do avião que não só me entregou os “famosos” ténis, como ainda nos acompanhou no Aeroporto de Changi de forma a facilitar a nossa transferência para o voo seguinte.

fullerton2 Finalmente o reencontro …

É nestes momentos que percebemos que o luxo no atendimento é levado a outro nível!

Conhecer Singapura sem conhecer o The Fullerton Hotel deveria ser proibido!

É um local que transporta consigo a história da cidade, e é um dos pontos imperdíveis deste paraíso que é Singapura! O luxo no seu expoente máximo!

The Fullerton Hotel
Quartos a partir de 250€
1 Fullerton Square – Singapura
+65 6733 8388
info@fullertonhotel.com

English Version

Fotos: Flavors & Senses e Divulgação (assinaladas com *)

Nota
Flavors & Senses em Singapura com o apoio da Samsonite e da Singapore Tourism Board – #YourSingapore.
Estivemos no TheFullerton Hotel a convite, sendo que isso em nada altera o nosso trabalho cuja opinião e o texto são da exclusiva responsabilidade do seu autor.

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Singapura – Meta

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O Meta é o mais recente espaço de fine dining de Singapura. Localizado numa das mais “gastronómicas” ruas da cidade, Keong Saik Road, onde se amontoam restaurantes e algumas das principais estrelas da cidade. Aqui o mote gira em torno de uma cozinha Asiática moderna (o que não é propriamente novidade), criada por Sun Kim, um jovem chef de origem coreana que foi traçando a sua carreira enquanto protegido do célebre Testuda Wakuda, tendo passado pelo seu Tetsuya em Sidney e pelo Waku Ghin em Singapura.

Mas passemos à nossa experiência, ao entrarmos no pequeno restaurante (não senta mais do que 30 comensais) a ideia é a de estarmos a entrar num bar jovem e cosmopolita, ficando sentados no balcão que percorre toda a sala e que serve de cozinha. A ideia é tornar a preparação dos pratos num espetáculo, permitindo-nos não só degustar, como acompanhar todos os passos e trabalhos que dizem respeito à finalização de cada prato. Desta forma o entretenimento está garantido!

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O menu apresenta 3 opções de degustação, 5 pratos ($88++) 8 pratos ($128++) e uma versão vegetariana de 5 pratos. Escolhido o menu de 8 pratos, rapidamente demos início ao festim, com dois ótimos amuse bouche, Espargos com quinoa crocante, soja e chili – um snack com excelente textura e um bom equilíbrio de sabores – e Barriga de porco envolvida em couve – carne saborosa e suculenta envolvida numa couve ligeiramente braseada. Um excelente presságio do que se seguiria.

meta - 5Amuse bouche

meta - 1Ostra, pomelo, limão e gengibre
Uma ostra gigante e suculenta, bem completada com a ligeira doçura do pomelo e as notas mais frescas do gengibre e do limão. Um prato delicado e bem conseguido!

meta - 2Amaebi (camarão doce japonês), yuzu e maçã
Um prato criado para fazer brilhar, e bem, o camarão japonês. Doce, húmido e suculento, bem equilibrado pelo yuzu, a maça, e a ikura, com a cabeça do camarão ligeiramente grelhada, com o seu interior bem delicado. Um prato bonito e cheio e de sabor!

 meta - 3 meta - 8Tártaro de Wagyu, kimchi de pera, geleia de ovo e arroz
Seguiu-se mais um brilhante prato, com a carne ligeiramente cozinhada e preparada com grande técnica. A acompanhar um kimchi de pera (uma boa junção de dois ingredientes muito usados pelos coreanos) que poderia ser um pouco mais forte e intenso. Excelente também o gel de gema de ovo cozinhada a baixa temperatura e o contraste de texturas dado pelo arroz tufado. Um prato bonito e bem conseguido, que na boca nos transporta para o clássico coreano, Bibimbap.

A acompanhar os primeiros pratos tivemos um italiano Pinot Grigio 2014 da Kris, um vinho que reflete bem as características da casta, com bonitas notas de citrinos e alperce com umas nuances de mel e flores que lhe permitiram acompanhar as primeiras entradas.

meta - 9Vieira de Hokkaido, endívia, miso e tinta de choco
Vieira de cocção irrepreensível e sabor delicado elevado pelo molho de shoyu, bem acompanhada pelo sabor da endívia braseada, o corpo do puré de couve-flor com miso e o excelente crocante de tapioca e tinta de choco. Um grande prato!

meta - 10Robalo, Amêijoa, fregola e manjericão
Neste prato de peixe foi mais uma vez visível o domínio da técnica, com a pele crocante e o interior ainda húmido. Ótima a massa (fregona), cozinhada al dente com um caldo claro e saboroso, elevado pelas amêijoas, algas, e o daikon cozinhado a baixa temperatura e um suave alho laminado. Um prato esteticamente menos ambicioso que as restantes propostas, mas repleto de sabor!

A harmonizar com os dois pratos anteriores esteve o branco Amigos 2011 da australiana McHenry Hohnen, feito à base de Marsanne, Chardonnay e Roussanne. Um vinho com uma excelente estrutura e interessantes notas que terminam de forma doce e equilibrada. Um vinho do novo mundo que parecia ter saído de França.

meta - 11Costela Mendinha (short rib), pastinaca e cogumelos
A Short Rib – corte semelhante à nossa costela mendanha – parece ter conquistado os restaurantes de fine dining em Singapura, com presença em muitas das principais cartas da cidade, e o Meta não foi exceção. Carne cozinhada a baixa temperatura, com uma textura irrepreensível e um sabor especial. Bons também os acompanhamentos, com o puré de pastinaca, os cogumelos e os legumes ligeiramente cozinhados. Muito bom!

meta - 12Cheesecake de Toranja
Deixando os pratos salgados, entramos no campo da chef pasteleira Tammy Mah e em boa altura o fizemos, com um globo dourado de chocolate, recheado por uma ótima mousse de cheesecake e um doce de toranja. Uma grande, grande sobremesa!

meta - 13Chocolate branco, Sésamo, wasabi e iogurte
Mais uma sobremesa moderna baseada em ingredientes asiáticos, com um bolo à base de sésamo, acompanhado de uns domos de chocolate branco, sabayon de yuzu, wasabi e petazetas com chocolate. Um final fresco e bem conseguido!

meta-qz“The Rock”
Para terminar a experiência do Meta, Tammy Mah, presenteia-nos com um merengue de café, preparado com nitrogénio líquido, pelo que a diversão é a palavra de ordem, quando os comensais começam literalmente a deitar fumo. Uma técnica já muito usada, mas que continua a ter o seu sucesso junto do público.

A terminar a harmonização esteve um Alto Las Formigas  – Malbec Clássico 2013, um vinho argentino, especialmente interessante para pratos leves como os do Meta. Um vinho sedoso, de taninos finos e um bom leque aromático.

A carta de vinhos está maioritariamente concentrada em vinhos de produção biodinâmica e orgânica, do velho ao novo mundo, com escolhas interessantes a cargo de Carolina Schulze, a simpática Gerente espanhola do restaurante, cuja paixão estava bem patente na energia e alegria com que nos falava dos vinhos e dos pratos do menu.

Tendo comido ao balcão, e à semelhança da maioria dos comensais, o serviço é executado pelos próprios cozinheiros, que nos vão brindando e apresentando os pratos à medida que vão sendo finalizados. Um ambiente descontraído e informal assente, acima de tudo, na cozinha e na comida.

Considerações Finais
Confesso que não cheguei ao Meta com as maiores expectativas, especialmente por ser um espaço ainda muito recente e sobre o qual não tinha conseguido grandes informações. Mas em boa hora decidimos fazer a visita, um espaço moderno e conceptual, assente numa oferta gastronómica distinta, com a apresentação e o empratamento a colarem-se a uma cozinha mais ocidentalizada. Ainda que nos ingredientes o lado asiático do Meta esteja bem mais marcado (talvez fosse interessante ver uma maior inclusão da cozinha coreana na criação dos pratos). O domínio técnico, o sabor e o rigor com que os pratos são apresentados são uma mais valia, nesta espécie de teatro gastronómico em que nos vemos metidos quando nos sentamos ao balcão do Meta.

Tendo em conta o conceito do espaço, a idade do chef, a qualidade dos pratos apresentados, poucos meses depois da sua abertura não tenho dúvidas em afirmar que o Meta será o grande rookie do ano em Singapura e uma das grandes apostas da cidade para colocar mais um nome no Asia’s 50 Best Restaurants. A visitar, sem dúvida!

Meta Restaurant
9 Keong Saik Road – Singapura
+65 6513 0898
reservations@metarestaurant.sg

 English Version

Fotos: Flavors & Senses

Nota
Estivemos no Meta a convite, sendo que isso em nada altera o nosso trabalho cuja opinião e o texto são da exclusiva responsabilidade do seu autor.
Flavors & Senses em Singapura com o apoio da Samsonite e da Singapore Tourism Board – #YourSingapore.

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Visitar Singapura em 3 Dias – Dia 3

Singapura - 1113º DIA

– Ya Kun

No terceiro e último dia (ficava cá mais um mês se pudesse!) podemos quase afirmar que foi um dia bem gastronómico! Começamo-lo pelas delicias asiáticas e europeias do pequeno-almoço do The South Beach Hotel (ver), mas decidimos fazer um segundo pequeno-almoço, e aqui é que a coisa ganhou uma outra dimensão, neste caso, a barriga ganhou uma dimensão bem grande!

Saímos do hotel diretos para um típico pequeno-almoço singapurense, no histórico Ya Kun Kaya Toast que faz as delícias de todos desde 1944. E o que servem neste local, perguntam vocês? Um pequeno almoço tradicional de Singapura e carregadinho de açúcar, carregadinho mesmo!

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Ou seja, a Kaya Toast é nada mais nada menos que uma espécie de torrada recheada com um creme de açúcar, leite de coco e ovos e com manteiga, também. Neste pequeno-almoço tradicional podem também estar incluídos ovos cozinhados a baixa temperatura (ovo onsen) e a acompanhar café ou chá! Claro que nós comemos tudo a que tivemos direito, e como é óbvio saímos de lá a rebentar! Mas não podíamos deixar de provar esta iguaria. Para mim, muito mas muito doce, e eu até gosto das coisas doces!

Há imensos Ya kun Kaya Toast espalhados pela cidade, nomeadamente dentro dos shoppings, nós fomos ao do shopping Raffles City no centro da cidade.

Bem, mas vamos lá desgastar estas calorias todas!

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– Chinatown, Maxwell Food Centre, Chinatown Heritage Centre
Daqui seguimos para a mediática Chinatown, todas as cidades têm uma, e Singapura não é exceção, até porque grande parte da história, da cultura, dos costumes e da origem da cidade passa pelo povo chinês.

Assim, Chinatown, à semelhança da Little India, nasceu da política de segregação étnica mantida pelos antigos colonizadores ingleses. Quando Sir Stanford Raffles começou a planear a urbanização de Singapura, reservou à minoria chinesa (hoje, maioria!) toda a região a sudoeste do rio de Singapura.

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   Singapura - 121       Singapura - 104       Singapura - 94

Este é dos mais completos bairros da cidade, no entanto, confesso que achei mais real, com mais identidade, quer a Little India, quer Kampong Glam.
Chinatown acaba por ter mais destaque porque também é mais extenso e porque estamos a falar do bairro correspondente à maior classe étnica da cidade.

Em Chinatown conseguimos encontrar muito da herança chinesa, mas também pormenores importantes dos legados hindu e malaio. O contraste criado entre as casas antigas cheias de cor e os arranha-céus do vizinho distrito financeiro proporcionam uma visão incrível.

Singapura - 108

Singapura - 112Buddha Relic Tooth Temple

Podem perder facilmente um dia inteiro em Chinatown, têm vários templos, desde o místico Buddha Relic Tooth Temple – que se diz ter uma réplica de um dente de Buda; o magistral Sri Mariamman Temple – templo hindu e dos mais visitados de Singapura; e a belíssima Jamae Mosque – mesquita que chama a atenção pelo seu estilo eclético em tons verde; entre outros templos que podem encontrar.

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Além dos templos, chinatown também é conhecida pelas suas lojas e mercados onde podemos adquirir produtos tipicamente chineses quer a nível gastronómico quer a nível farmacêutico.

Singapura - 110

singapura -1xxxxxEm Chinatown também podemos encontrar uma adaptação dos pasteis de nata Portugueses, ainda que fiquem bem aquém dos nossos!

Outro dos pontos cruciais deste bairro é a gastronomia passível de ser provada nos mais diversos restaurantes, bares e cafés. Como adoramos o conceito dos Hawker, optamos por almoçar no Maxwell Food Centre, e não poderíamos deixar Singapura sem provar um dos pratos mais tradicionais, o Chicken Rice, ou como quem diz arroz de frango! Maravilhoso! Não comemos muito pois a Kaya Toast ainda andava a passear por terras gástricas!

Singapura - 114Maxwell Food Centre

Singapura - 117O famoso espaço do Tian Tian Chicken Rice

Singapura - 119Chicken rice

Terminamos a visita a Chinatown no Chinatown Heritage Centre.

Este local é um ponto obrigatório para quem quiser conhecer o passado, as histórias, as atividades e a vida deste bairro e dos imigrantes chineses.

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Aqui está recriada a sua forma de viver, muitas vezes em condições tão pobres, e tão desumanas, e mostra-nos as suas habitações e ofícios recriados à semelhança quase exata do passado. Um local a não perder, sem dúvida.

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Singapura - 98As recriações das habituações do Chinatown Heritage Centre

Este local tem entrada paga: $15. Horários: 9h – 20h. Fechado na primeira segunda-feira de cada mês.

   Singapura - 96       Singapura - 100       Singapura - 101

Já bastante exaustos seguimos para descansar (que é como quem diz bronzear um pouco) na nossa nova “casa” de Singapura, o histórico e imponente The Fullerton Hotel.

Após um merecido “banho de sol” é tempo de ir jantar, e a escolha desta noite recaiu sobre um dos mais promissores restaurantes da cidade, o Meta. E devo dizer-vos que foi uma aposta certeira! Mas sobre esta aventura falar-vos-á o João.

Singapura - 129O famoso Merlion

– Merlion

Já com a barriguinha bem preenchida, é tempo de fazer a digestão, e nada melhor que uma caminhada para isso acontecer. Como estávamos hospedados no The Fullerton, aproveitamos para conhecer uma das mais míticas figuras da cidade, o Merlion, que fica mesmo em frente ao hotel, aliás, está inserido no  complexo Fullerton Heritage.

O Merlion é o símbolo turístico de Singapura por excelência, uma figura mitológica meio leão, meio peixe, como se se tratasse de uma sereia felina.
O leão (“singa”), como vos referi na História de Singapura terá sido avistado pelo príncipe de Sumatra. Já o peixe é um tributo ao papel histórico de Singapura como antiga cidade marítima.

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Esta zona é um parque onde se encontram duas estátuas do Merlion, uma pequena e uma enorme com um jato de água que sai pela boca. A estátua grande fica de frente para a água com os olhos postos no Marina Bay Sands Hotel, e de costas para o The Fullerton Hotel.

O Merlion pode ser visitado a qualquer hora do dia, mas sem dúvida que a sua beleza fica exacerbada quando anoitece e a cidade se ilumina em seu redor.

No parque, existe também um pequeno local onde os táxis aquáticos param. Uma excelente opção para quem quiser atravessar para o outro lado.

É tempo de ir dormir que amanhã a aventura vai continuar por outras terras! Indonésia aqui vamos nós!

Como vos disse, apenas ficamos três dias em Singapura, muito ficou por ver e fazer, apesar de termos conseguido captar na íntegra a essência desta cidade tão perfeita.

Caso tenham oportunidade, recomendo pelo menos cinco dias. Se assim for, aqui estão mais locais a não perder ou atividades a realizar:

Andar na Singapore Flyer – a Roda Gigante de Singapura, a maior do mundo aliás, para quem se atrever, a volta demora cerca de 30minutos e com sorte, se o céu estiver sem nuvens, ainda conseguem ver a Malásia e a Indonésia ao longe.

Visitar o Art Museum Singapore – museu de arte contemporânea de Singapura, Sudeste Asiático e Ásia.

Ir ao incrível ArtScience Museum – o museu em forma de Flor de Lótus.

Visitar a National Gallery

Fazer compras na mediática Orchad Road – uma avenida enorme onde se pratica um dos desportos rei em Singapura – Compras!

Passar um dia em Sentosa – uma ilha com praias (artificiais), parques temáticos, e muita animação.

Visitar o River Safari – um parque projetado para mostrar a exuberância e diversidade dos maiores rios do mundo e do ecossistema à sua volta.

– Passear no Singapore Zoo – um dos principais jardins zoológicos do mundo.

– Depois do zoo, aproveitar a noite para fazer um Night Safari, que fica mesmo ao lado do zoo.

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Singapura é provavelmente um dos melhores locais do mundo para se ver, e não sou eu que o digo, apesar de assinar por baixo!

É o País ou Cidade Estado ou simplesmente Cidade mais limpa, organizada e segura que já visitei.
A harmonia em que se vive, a educação do povo, o civismo levado a um nível que não se explica fazem deste local um dos mais interessantes do mundo.

Tem tudo para todos os gostos, as opções de lazer são infindáveis e a gastronomia é extremamente rica dada a junção de tantos povos.

Uma combinação perfeita de várias histórias, culturas, tradições e costumes!

Perfeição!

Singapura - 125Vamos ter muitas saudades desta vista!

Onde Ficar
The South Beach
The Fullerton Hotel

Mais Informações
– Ya kun Kaya Toast
– Chinatown Heritage Centre
– Meta Restaurant

 English Version

 Fotos: Flavors & Senses

Nota
Flavors & Senses em Singapura com o apoio da Samsonite e da Singapore Tourism Board (STB) – #YourSingapore.
– Durante a nossa visita fomos acompanhados pela incansável Naseem Huseni – guia da STB

Este Artigo é o 4º de 5 artigos para o nosso Guia de Singapura

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Visitar Singapura em 3 Dias – Dia 2

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2º DIA

– Singapore Botanic Gardens, National Orchid Garden e Dempsey Hill

Começamos o dia com um daqueles pequenos-almoços que mais parecem um brunch, e ficamos prontos para mais um dia de descoberta!
Para hoje estava programado conhecer o local que mais interesse me suscitava, dada a minha paixão por orquídeas, e assim foi… chegamos ao Paraíso: O Botanic Gardens, que incluiu o National Orchid Garden.

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A beleza deste local é quase indescritível, a sensação de pureza que ele nos transmite é tão mas tão imensa que acho que por momentos a minha mente se separou do meu corpo.

O Botanic Gardens foi inaugurado em 1859, após uma tentativa falhada em 1820. Ocupa uma área gigante, gigante mesmo, um dia não chega para o conhecer, nem dois, ou três, aliás, ouvimos dizer que muitos dos singapurenses ainda não o descobriram por completo, pois a cada visita se perdem de amores por um novo local.

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Conta, assim, com uma área de 74 hectares e funciona também como um importante centro de investigação e conservação de plantas. Mantendo muitas das suas estruturas originais, permite seguir a evolução dos jardins botânicos tropicais criados pelos colonizadores britânicos.

No fundo, o Botanic Gardens faz com que nos sintamos no meio da natureza mesmo estando no centro de uma grande metrópole, ficamos de tal forma rodeados de natureza, com lagoas, cascatas, árvores seculares e flores que nos esquecemos que estamos numa das cidades mais cosmopolitas do mundo.

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O espaço abriga selva primária mas também jardins perfeitamente conservados, incluído também fontes e diversas esculturas que vão surgindo no meio da vegetação e que tornam o espaço ainda mais interessante.

Os moradores costumam utilizar o parque para passear, fazer caminhadas e corridas, e levar as crianças a usufruir do melhor que a natureza tem para nos oferecer.

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Por falar em crianças, o Botanic Gardens tem um espaço totalmente direcionado para estas (até aos 12 anos), o Jacob Ballas Children´s Garden.
O jardim tem também um espaço construído de forma a garantir uma óptima acústica, onde se costumam realizar concertos ou peças de teatro.

Mas o ex-libris do Botanic Gardens e a sua principal atração é o National Orchid Garden, a única área de acesso pago ($5 – que, diga-se de passagem, é de graça!) que conserva mais de mil espécies e cerca de dois mil híbridos de orquídeas.

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É um importante centro para a ciência e investigação botânica, conservação de plantas, e educação ambiental.

É, sem a mais pequena dúvida, um dos locais mais magistral que já vi. Conseguem imaginar o que são mais de 1000 espécies de orquídeas?

Vi orquídeas com cores, com conjugação de cores e com formas que nem imaginava que fosse possível existirem.

A beleza incalculável desta flor é quantificável aqui neste local! Perfeito!

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Como é óbvio, a UNESCO inscreveu o Botanic Gardens de Singapura na lista de Património Mundial em 2015.

O Botanic Gardens está aberto das 5h à meia-noite, sendo que o National Orquid Garden abre às 8h30 e fecha às 19h, assim como o Jacob Ballas Children´s Garden que abre às 8h e fecha também às 19h.

Usem e abusem deste local, nós passamos lá apenas uma manhã, mas se forem com tempo, passem o dia.

Se se deslocarem de metro, devem utilizar a linha amarela e sair na estação botanic gardens, aqui entram no jardim pela entrada norte.

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Bem, daqui seguimos para Dempsey Hill, uma belíssima colina preenchida por restaurantes, lojas e comércio local. Fomos saborear um excelente almoço num dos mais antigos restaurantes de Dempsey Hill, o Long Beach, uma espécie de marisqueira chinesa. E que almoço, aquele Caranguejo picante acabou com a minha dieta num ápice!

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Singapura - 60Quando os chineses falam em peixe fresco, querem dizer vivo!

Singapura - 61Caranguejo Real no Long Beach

– Kampong Glam e Little India

Barriga cheia, estamos prontos para mais uma tarde de aventura! Foi a vez de conhecer dois dos pequenos e tradicionais bairros de Singapura, o Kampong Glam e o Little India. Que se revelaram locais tão distintos mas ambos com tanta cultura, tanta história e tanta harmonia.

Singapura - 68Mesquita do Sultão

Começamos por Kampong Glam ou Arab Quarter (Bairro Árabe) e a sua imponente Mesquita do Sultão que rasga o azul do céu com o seu dourado vibrante e que consegue transmitir uma paz sem igual (ou pelo menos era o que eu imaginava se não estivesse uma tarde de céu cinzento!).

Singapura - 67Bussorah Street

Assim, aqui encontra-se o coração da Singapura muçulmana. Sendo o local onde se identifica mais a riqueza da cultura muçulmana, no entanto, não pensem que isto se trata de um bairro abandonado ou distinto da limpeza e organização da restante cidade, é sim um local cheio de tradição e influência árabe.

Quando Sir Stanford Raffles elaborou o projeto de Singapura em 1822, reservou esta região aos comerciantes muçulmanos.
Atualmente, esta zona é um autêntico ex-libris das lojas de tecidos, tapetes, saris e perfumes. A atmosfera é vibrante e a sensação que temos foi a de que saímos de Singapura e entramos num país Árabe.

A rua principal é a Bussorah Street, uma rua pedonal repleta de casas coloniais e que nos leva até à Mesquita do Sultão.

 Singapura - 70 O famoso Teh Tarik no ainda mais famoso Sarabat Stall

A área conta ainda com inúmeros cafés que oferecem o tradicional Teh Tarik, um chá tradicional malaio que tem uma forma peculiar de servir, na qual é transferido repetidas vezes de uma certa altura entre duas canecas. É preparado com chá preto e leite condensado ou outro tipo de chás, ou então de café também com leite condensado. E ainda leva açúcar! É extremamente doce, peçam sem açúcar.

Os Singapurenses são viciados em glicose!

No eixo central do bairro, e o principal motivo pelo qual são atraídos tantos muçulmanos ao mesmo, está a impressionante Mesquita do Sultão. A sua cúpula dourada pode ser vista de quase todo o bairro. Não-muçulmanos são bem-vindos mas são aconselhados a não entrar no zona principal de oração. Ou seja, a vista é permitida mas à volta.

Singapura - 65 Mesquita do Sultão

A estação de metro mais próxima do bairro árabe é a Bugis na linha Verde.

Aproximadamente a 15 minutos de distância a pé vamos encontrar a Litlle India, o Bairro Indiano! Assim, como o Bairro Árabe, este local encontra-se cheio da tradição e cultura Indianas. Os mercados de frutas, vegetais, especiarias e flores inundam as ruas de cor e vida, e fazem deste local um dos mais alegres e agitados da cidade.

Singapura - 72
Aqui, podemos encontrar a vida indiana no seu esplendor, sendo que este talvez seja o bairro étnico que mais traços guarda da comunidade original.
Observamos a cultura e religião indiana duma forma menos marcada e menos densa do que na Índia mas que já nos dá uma ideia dos costumes desse país tão intenso. Claro que este bairro se rendeu à limpeza e organização de Singapura, o que faz dele um local ainda mais perfeito, que certamente não é o usual num país como a Índia (ainda não conheço, infelizmente, mas está na minha Bucketlist).

Singapura - 74Serangoon Road

Na Little India vemos as mulheres com os seus coloridos Saris, sentimos os aromas fortes das especiarias, ouvimos as músicas alegres indianas, e deslumbramo-nos com os templos Hindus.

Singapura - 80

Singapura - 79Templo Sri Veeramakaliamman

O que mais me fascinou foi talvez o Templo Sri Veeramakaliamman.
Tenho que ser honesta, os templos budistas têm um lugar mais especial no meu coração, não sei explicar porquê, transmitem-me uma paz interior que não se quantifica, mas os templos hindus são tão mas tão sublimes! As cores, as formas das estatuetas, a conjugação de toda a arte é vibrante!

A rua principal do bairro é a Serangoon Road, que agrupa calçadas estreitas e todo o tipo de comércio.

Singapura - 78As cores de Little India

Se não quiserem fazer compras nas lojas de rua, podem também utilizar o Mustafa Centre (aquele em que Anthony Bourdain se perde durante o seu episódio na cidade), que está aberto 24h por dia, e que é uma espécie de hipermercado com corredores estreitos repletos de prateleiras e balcões cheios dos mais variados produtos indianos.

Para comer, além dos restaurantes que vão encontrando pelas ruas, têm o Tekka Centre, com um Hawker simples, além disto, o complexo possui também um mercado de fruta, legumes, carne e peixe.

Preenchidos por esta amálgama de tradições e costumes sentimos o nosso mundo um bocadinho mais completo, mais feliz e mais evoluído.

É incrível como conseguimos estar numa das mais vibrantes cidades do mundo e ter a capacidade de viajar em pensamento para mundos e culturas tão distintas.

Daqui seguimos para um ótimo jantar no Wild Rocket, que foi recentemente eleito nº38 no Asia’s 50 Best Restaurants (ver)

Singapura - 88

– Clarke Quay

Não quisemos terminar o dia sem experienciar a animada noite de Singapura, razão pela qual fomos para uma das mais mediáticas ruas da cidade, a Clarke Quay.

O local é um antigo porto secundário, que foi totalmente revitalizado, e deu lugar a inúmeros bares, restaurantes e lojas. Estes encontram-se harmoniosamente dispostos na construção original do porto, ou seja, somos brindados com pequenas casas coloridas que ganham vida e cor à noite, quando estão iluminadas cheias de gente e com música em alto e bom som! E tudo isto se passa à beira do rio, dando um ar ainda mais interessante ao local.

Singapura - 85
O espaço funciona de dia e de noite, mas à noite, é, sem dúvida, muito mais animado e contagiante. E se pensam, que por ser um ambiente da noite, vão encontrar desorganização e sujidade, desenganem-se! Está tudo impecavelmente limpo. Singapura é incrível, já vos tinha dito?!

   Singapura - 87       Singapura - 84       Singapura - 83

Singapura - 82

Bem, mais um dia terminado na mais perfeita simbiose de sensações – percorremos a natureza, perdemo-nos nas diferentes culturas e tradições, que deram origem a esta cidade tão intensa, e terminamos o dia na loucura da noite junto ao rio!

Onde Ficar
The South Beach
The Fullerton Hotel

Mais Informações
Singapore Botanic Gardens
 Long Beach at Dempsey
 Mustafa Center

 English Version

 Fotos: Flavors & Senses

Nota
Flavors & Senses em Singapura com o apoio da Samsonite e da Singapore Tourism Board (STB) – #YourSingapore.
– Durante a nossa visita fomos acompanhados pela incansável Naseem Huseni – guia da STB

Este Artigo é o 3º de 5 artigos para o nosso Guia de Singapura

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Visitar Singapura em 3 Dias – Dia 1

TheSouthBeach - 19

Chegamos a Singapura por volta da hora do almoço, e só a simples experiência do aeroporto mais a viagem até ao hotel já foi o suficiente para perceber que esta viagem prometia. O aeroporto é super organizado e os funcionários são extremamente simpáticos e educados, e sim, aqui já se percebia bem a limpeza extrema a que eles estão habituados.

A viagem desde o aeroporto até chegarmos ao nosso hotel foi fantástica pois ficamos com uma noção bastante completa da cidade, edifícios gigantes a tocar o céu, vegetação e belíssimos jardins por todo o lado.
Após descansarmos um pouco no incrível The South Beach Hotel (ver ) apanhamos um táxi e partimos à descoberta da cidade.

Singapura - 321º DIA

– A Marina e os seus jardins

Começamos pelo Gardens By The Bay.
Este espaço único é um parque que se estende por 101ha de aterro marítimo, ou melhor dizendo, num local que outrora foi água. O parque inclui três jardins em frente à costa: o Bay South Garden, o Bay East Garden e o Bay Central Garden.

O complexo Gardens by the Bay faz parte de uma estratégia do governo de Singapura de transformar o país de “cidade-jardim” em “cidade num jardim”.

O objetivo é aumentar a qualidade de vida da população através da introdução de mais espaços verdes na cidade (sim ainda mais).

Singapura - 3 A impressionante estrutura arquitectónica dos Domos do Gardens by The Bay

O Gardens By The Bay contém mais de meio milhão de espécies de plantas, basicamente tem plantas importadas de todo o mundo, sendo que grande parte delas são mantidas num jardim fechado, em condições que garantem a subsistência dessas mesmas espécies, uma vez que o clima de onde elas são provenientes não é igual ao de Singapura.

No fundo, trazem um bocadinho de vários pontos do mundo para a cidade.

Singapura - 17

Singapura - 5

É hoje, o local mais visitado de Singapura.

Este imenso parque é constituído por cinco espaços distintos: o Flower Dome – a maior estufa de vidro do mundo com plantas e flores de regiões semiáridas e do mediterrâneo; o Cloud Forest – um local misterioso que nos deslumbra com uma montanha inundada de cascatas; Supertree Grove – emblemáticos jardins-árvore com cerca de 25 a 50 m de altura que fornecem sombra durante o dia e se inundam de vida, cor e música durante a noite!

Singapura - 14

Imperdível o Espetáculo das Luzes, de cerca de 15min, às 19h45; o DragonFly & Kingfisher Lakes – uma verdadeira maravilha da vida aquática mesmo no centro da cidade; e o Heritage Gardens – onde podemos descobrir a história e cultura de Singapura através das plantas.

Os dois primeiros espaços funcionam das 9h às 21h e têm um custo de admissão de $28 (cerca de 18€) e os restantes espaços funcionam das 5h às 2h gratuitamente.

Singapura - 10Cloud Forest

Depois de visitar o complexo terminamos a tarde a ver o Espetáculo das Luzes, um momento imperdível, num início de noite cheio de animação, vida e calor – já vos disse que uma das melhores sensações desta viagem foi sair do frio do Porto e sentir o calor do Sudeste Asiático?!

Singapura - 11

  Singapura - 7       Singapura - 4       Singapura - 8

Singapura - 2O fantástico espetáculo das luzes

A fome já se fazia sentir e fomos deliciar-nos com a gastronomia tradicional de Singapura (que é como quem diz, uma fusão entre a cozinha Malaia, Chinesa e Indiana), para isso escolhemos um dos mercados de comida de rua ou melhor dizendo, um dos Hawker Centre – local que agrupa uma série de espaços que vendem refeições, que no caso de Singapura foram todos devidamente agrupados e colocados em locais com todas as condições de higiene e segurança necessárias para garantir aos habitantes e turistas o melhor serviço possível – o Satay By The Bay.

O Hawker junto ao Gardens By The Bay (encontram bem as indicações desde o Gardens até ao mercado, se não encontrarem perguntem a alguém, são todos tão prestáveis que ninguém se negará a dar-vos indicações), e que faz as delícias de turistas e locais. Foi um festim de comida… cada vez amo mais a comida asiática!

Singapura - 25O ambiente do Satay By the Bay

Singapura - 26

Singapura - 28Não podíamos deixar de provar o clássico Satay

Mas sobre a ligação entre a comida e Singapura o João falar-vos-á mais à frente, num outro artigo.

– Marina Bay Sands

Finalizamos o nosso dia no emblemático Hotel MarinaBay Sands, sim, aquele que marca o visual estético da cidade pelo seu tamanho e imponência e claro, famoso por ter a piscina mais famosa do mundo, ou uma das mais!

singapura -1xxA vista do topo do Marina Bay Sands sobre a cidade

Não ficamos aqui hospedados mas tínhamos que ir conhecer esta obra arrojadíssima de arquitetura e que serve de cartão postal da cidade, por isso juntamos o útil ao agradável, ou seja, conhecemos o hotel, as vistas que o hotel oferece sobre Singapura e brindamos a esta viagem com um excelente cocktail no, também mediático, sky bar CÉ LA VI.

Uma dica importante, se efetivamente querem subir a um dos pontos mais altos de Singapura e ter uma visão monumental sobre a cidade, principalmente à noite quando esta se ilumina, não caiam no erro de ir ao Marina Bay Sands pagar $23 para subir ao deque de observação, subam ao CÉ LA VI (mais elevado) que é gratuito e gastem esse dinheiro num dos cocktails! Ou então, optem por jantar no restaurante do hotel e têm a mesma vista, e pelo menos gastam o dinheiro no jantar e não só nessa mesma vista!

singapura -1xxxCocktails no CÉ LA VI

O Marina Bay Sands é um autêntico esplendor da arquitetura, observar a sua imponência é algo que fica na memória, sem dúvida. Uma vez lá dentro preparem-se para a confusão no seu expoente máximo, ou não fossem estas três torres gigantes repletas de lojas, casinos, restaurantes (encontram-se aqui alguns dos melhores restaurantes da cidade, assim como os restaurantes de assinatura de vários chefs celebres), e cerca de 2000 quartos de hotel. O seu ex-libris? A imensa Infinity Pool que se encontra no topo das três torres em forma de barco, agora apenas acessível aos hóspedes.

Bem, o dia não poderia ter corrido melhor, exaustos mas felizes, regressamos ao hotel com a certeza de que o dia seguinte seria um dia surpreendente.

singapura -1xxxxUm brinde especial a uma 1ª grande noite em Singapura

Onde Ficar
The South Beach
The Fullerton Hotel

Mais Informações
Gardens By The Bay
Marina Bay Sands
Cé La Vi

 English Version

 Fotos: Flavors & Senses

Nota
Flavors & Senses em Singapura com o apoio da Samsonite e da Singapore Tourism Board (STB) – #YourSingapore.
– Durante a nossa visita fomos acompanhados pela incansável Naseem Huseni – guia da STB

Este Artigo é o 2º de 5 artigos para o nosso Guia de Singapura

 

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Singapura – Um amor à 1ª vista

singapura -1xParte da vista estonteando do The Fullerton Hotel

Singapura foi a maior surpresa que já tive numa viagem, não vos sei dizer propriamente se foi o local que mais gostei de visitar (provavelmente não), mas foi certamente o que mais me surpreendeu.

Por norma o meu tipo de viagem favorita passa por aqueles destinos mais históricos, com um passado bastante rico e ainda com marcas bem visíveis dessa mesma história, a minha paixão é, sem dúvida, essencialmente, História Antiga e Medieval, apesar de que a Moderna e Contemporânea também me despertam curiosidade.

Posto isto, Singapura faz parte daquelas cidades preenchidas por arranha-céus, demasiado modernizadas e aparentemente sem uma história muito relevante, o que à partida não estaria incluído no meu Top 10, mas…

Singapura roubou-me o coração!

Singapura - 8 A genial arquitectura  do  Gardens by the Bay

Então porquê? – perguntam vocês em tom de curiosidade.

Porque a cada passo e a cada descoberta da cidade ou país (sim, é as duas coisas!) a única lembrança que me vinha à memória era a letra de uma das mais belas músicas de sempre: “Imagine” de John Lennon, em que o mundo é descrito como uma utopia (infelizmente) e em que todos vivem em harmonia.
E Singapura é quase essa mesma utopia!

É a cidade mais limpa, mais organizada, mais segura e mais civilizada que eu já conheci. É a combinação de várias comunidades com diferentes costumes, tradições e ideologias religiosas, e que vivem em perfeita comunhão.

Sinceramente, era capaz de viver neste paraíso, e raramente (ou nunca, para ser mais sincera), eu digo isso! Apesar de tudo, eu Amo Portugal e gosto de viver no meu país.

Singapura - 65 A principal mesquita de Singapura

E como surgiu este Pequeno Paraíso? – Continuam vocês a perguntar.

Tudo parece ter tido início no século XIV quando o príncipe Iskandar Shah ancorou numa pequena vila de pescadores para fugir a uma tempestade. Reza a lenda que este terá avistado um leão, que em sânscrito se denomina singha e daí o nome do país, Singapura – a Cidade do Leão.

Mas o ponto mais crucial leva-nos um bocadinho mais à frente na história, já para o século XIX, quando o inglês Sir Thomas Stanford Raffles se estabeleceu na ilha com fins comerciais. Daí a forte influência britânica, como conduzirem pela esquerda, terem uma democracia parlamentar com um sistema Westminster, entre outras coisas.

Singapura - 77

O Império Britânico obteve soberania completa da ilha em 1824.

Singapura foi depois ocupada pelo Império do Japão durante a Segunda Guerra Mundial mas voltou ao domínio britânico após o conflito. Tornando-se auto-governada em 1959.

O território uniu-se a outros ex-territórios britânicos e formaram a Malásia em 1963.

Singapura - 90O Famoso Hotel Raffles, o 1º de Singapura

Passados dois anos tornou-se um Estado totalmente independente. O que parece ter sido a melhor decisão possível para este povo! Uma vez que, a partir daí, teve um aumento maciço em termos de riqueza que rapidamente a tornou num dos quatro Tigres Asiáticos.

A economia está, essencialmente, dependente da indústria e dos serviços e o país é líder mundial em diversas áreas. É o quarto principal centro financeiro do mundo, o segundo maior mercado de casinos e o terceiro maior centro de refinação de petróleo. O seu porto é um dos cinco mais movimentados do mundo (é incrível ver todos os barcos em torno da ilha quando se está a voar sobre Singapura).

E como se isto não bastasse, é o lar do maior número de famílias milionárias em dólares per capita, ao que parece, 1 em cada 10 habitantes possui mais de 1 milhão de dólares de Singapura!

O Banco Mundial considera-o como o melhor lugar no mundo para se fazer negócios.

Ou seja, para quem ainda não percebeu: Singapura é um dos países mais ricos e agitados do planeta!

TheSouthBeach - 19O centro empresarial de Singapura

Ao que parece tudo isto deve-se na sua maioria a Lee Kuan Yew, de descendência chinesa e filosofia socialista, considerado o “pai” de Singapura e que foi eleito primeiro-ministro durante 30 anos, sendo sucedido pelo seu filho, Lee Hsien Loong que ainda está no poder.

Nesta altura estão vocês a pensar – “Humm mais uma Ditadura!” – Mas enganam-se, existem vários partidos, eleições e um governo que desenvolveu o País em vez de se enriquecer a si próprio. Algo bem visível quando ouvimos alguns locais a falar sobre os seus governantes e o seu trabalho (gostava de poder dizer o mesmo…).

Atualmente, Singapura tem uma população de cerca de 5 milhões de habitantes de diversas etnias. Os três principais grupos são Chineses, Malaios e Indianos. Em termos de religião há um pouco de tudo. O que faz com que templos budistas (cerca de 50% da população), muçulmanos e cristãos (cerca de 15%) e hindus (cerca de 4%) vivam lado a lado. Viver lado a lado nem sempre significa viver em comunhão, mas aqui é assim que se vive, e vive-se tão mas tão bem!

Singapura - 81Templo Hindu – Sri Veeramakaliamman

No fundo, há um profundo respeito pelas diferenças culturais de cada um, claro que também existe todo um sistema formatado por regras bem definidas e bem rígidas (mesmo muito rígidas), mas a verdade é que funciona na perfeição, e por isso digo e vou repetir bastante ao longo deste artigo, que Singapura é um local perfeito!

O que precisam saber para viajar para Singapura:
– Língua Oficial: Inglês
– Moeda: Dólar de Singapura (1EUR = 1, 52683 SGD)
– Clima: bastante quente durante todo o ano (25 a 35 ºC, as épocas mais chuvosas são de Novembro a Janeiro/Fevereiro – fomos em final de Fevereiro e correu bem, apanhamos duas horas de chuva numa das tardes).
– Vacinas: Não são necessárias (Para Portugueses)
– Passaporte: Como é habitual é obrigatória a apresentação de um passaporte com validade de 6 meses.
– Visto: A maioria dos Países não necessitam de Visto para entrar em Singapura (Portugal e Brasil incluído) , a não ser que pretendam ficar no país por mais de 90 dias.

No entanto, os Brasileiros precisam de apresentar um certificado válido sobre a Febre Amarela. Saibam mais aqui.

– Como chegar: Voamos, como já é habitual, com a EmiratesPorto-Lisboa (TAP); Lisboa-Dubai; Dubai-Singapura (Aeroporto Changi) – num total de cerca de 17h de voo ao todo, fora as escalas.
É fácil encontrar viagens a partir de qualquer grande cidade, uma vez que todas as grandes companhias voam para Singapura.

A Partir do Brasil é fácil conseguir voos com a Emirates, a United e a Etihad.

– Fuso Horário: + 8h (relativamente a Portugal)

– Transportes: Os táxis não são caros e levam-nos a todo o lado basicamente, com taxímetro, fatura e sem burlas, para variar um pouco do habitual panorama. A rede do Metro também é bastante organizada e fácil de utilizar, garantindo um acesso rápido às diferentes zonas a visitar, a Uber também está disponível, com um ótimo serviço e um maior número de serviços (é possível até chamar um taxi a partir da aplicação).

Tendo em conta a sua elevada população, Singapura não apresenta o habitual (e infernal) trânsito das metropoles asiáticas. Isto porque o governo, definiu uma excelente rede de transportes públicos e aumentou o preço dos carros e das licenças (que podem custar tanto ou mais do que o carro que se quer comprar).

– Regras a ter (muito) em conta: É proibido mascar chiclete, aliás, não há à venda sequer e não podem entrar com este produto no país; é proibido cuspir para o chão; é proibido atravessar fora da passadeira; é proibido urinar na rua; é proibido deitar lixo para o chão; é proibido frequentar o casino com menos de 21 anos; é proibido o uso de droga, aliás é punido com pena de morte!; convém também evitar manifestações de carinho em público.

Pode parecer um exagero, mas não é, pois a verdade é que funciona, as ruas estão impecavelmente limpas, a cidade tem uma organização que roça a perfeição, e é um dos melhores locais do mundo para se viver! Por isso está a resultar!

Podem sempre infringir as regras se quiserem, habilitam-se é a sofrer as severas consequências, como multas altas, prisão ou até chibatadas! E escusam de pedir ajuda ao vosso país de origem! Um Sr. Presidente dos EUA já tentou e não lhe adiantou de grande coisa!

Singapura - 82Singapura também tem uma agitada vida noturna

O que visitar em Singapura?
Do topo do Marina Bay Sands, ao Zoo, passando por Chinatown aos parques nacionais, há tanto para fazer, tanto para ver e tanto para explorar! Singapura apesar de ter aquele aspecto todo cosmopolita, é um autêntico jardim, o verde é uma das cores predominantes e rivaliza com o metal dos arranha-céus. Tudo isto porque o visionário Lee Kuan Yew, quis desenvolver Singapura como uma cidade verde que cortasse os efeitos de uma selva de cimento.  A conjugação é encantadora de se ver.

TheSouthBeach - 18O Contraste entre os arranha-céus, o verde e a influência Inglesa

Singapura - 46As lindíssimas orquídeas do National Orchid Garden

Além disso, como poderão ver nos artigos do João, Singapura é dos melhor destinos do mundo para comer. Do Fine Dining à comida de rua, os Singapurenses levam a qualidade da sua comida muito a sério, pelo que as boas opções não faltam!

Estivemos apenas três dias em Singapura, mas recomendo-vos, desde já, cinco. Aproveitamos muito bem a cidade, mas gostávamos de ter ficado mais tempo.

Singapura - 30Satay – comida de rua

Basicamente, tenho um ótimo pretexto para voltar!

Nos próximos artigos vamos percorrer Singapura ao longo dos três dias que lá estivemos, o que visitamos, onde comemos e tudo o que fizemos num Roteiro único! Não percam!

 English Version

 Fotos: Flavors & Senses

Nota
Flavors & Senses em Singapura com o apoio da Samsonite e da Singapore Tourism Board – #YourSingapore.

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