Viajando Por Cinque Terre

cinque terre -18Manarola

No Noroeste de Itália,  numa longa e estreita faixa costeira coberta de montanhas, rochedos, e casas coloridas, encontramos uma das maravilhas do mundo – Cinque Terre! Esta região pertence à costa oriental da Ligúria, mais concretamente à Riviera di Levante.
Como o próprio nome indica, são cinco aldeias independentes, Monterosso al Mare, Vernazza, Corniglia, Manarola, e Riomaggiore.
Chegamos de comboio, Via La Spezia, por ser mais fácil e rápido do que conduzir até alguma das cidades. Começamos por Riomaggiore e fomos percorrendo cada uma destas preciosidades da natureza, consagradas Património Mundial da Unesco desde 1997.

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Estes cinco magníficos e elegantes locais estão literalmente plantados no topo de vertiginosas falésias voltadas para o mar, estando apenas ligados por um caminho antigo, Sentiero Azzurro, ou Caminho Azul. Esta ligação entre as pequenas cidades oferece-nos uma vista deslumbrante sobre a costa e as vinhas em socalcos, permitindo também o acesso a algumas praias isoladas. No entanto, a percorrê-lo na totalidade, leva cerca de 5h, e como passamos apenas um dia em Cinque Terre, optamos por fazer as ligações entre cada terra de comboio, é um método mais rápido, mas que não tem certamente a mesma graça e ousadia do que percorrer as subidas e descidas e desfrutar da paisagem na sua plenitude.

cinque terre -13Estação de Riomaggiore

Um dia dá perfeitamente para fazer toda a visita, no entanto, podem optar por ficar uma noite numa das terras e aproveitar mais as cinco cidades, e se forem no verão, aproveitar também as praias.
Há apenas um local que é de percurso obrigatório a pé, a Via dell’ Amore, a ligação entre Riomaggiore e Manarola. Este demora cerca de 15min, e é um percurso que como o próprio nome leva a crer, será o mais romântico de todo o Sentiero Azzurro, e que conquistou o seu nome por ser o ponto de encontro de amantes das duas terras. Quanto ao seu romantismo apenas posso falar do que dizem, porque para mal dos meus pecados, a via estava fechada para manutenção. Mas se tiverem oportunidade não percam esta caminhada!

cinque terre -6comida de rua em Cinque Terre

Cinque Terre faz parte duma perspectiva diferente, eu não vos posso dizer que haja locais de interesse a visitar, ou pontos de visita obrigatórios, o sucesso desta região não é esse, mas sim toda a sua estrutura, as casinhas coloridas, a construção em socalcos, toda a paisagem deslumbrante sobre a costa, com a água como pano de fundo e o horizonte em cada ponto.

É uma região típica, mágica, diferente, saída dum outro mundo, duma outra realidade. Enfim, mais um paraíso, naquele que é cada vez mais o meu país de eleição – Itália.

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Vídeo da Semana #1

O vídeo é uma forma de exposição cada vez mais usada por Chefes, restaurantes e empresários para darem a conhecer o seu trabalho. De forma mais ou menos criativa ( quase sempre a criatividade do vídeo é proporcional à da cozinha que lhe dá origem), de forma mais ou menos original, surgem diariamente vídeos de grande apelo visual  e gustativo levando o Foodporn a um outro nível. Para iniciar uma nova rubrica no Blog, onde escolhemos um vídeo por semana, nada como começar com um vídeo Português, do jovem talento Vasco Coelho Santos que promove o seu trabalho através de jantares privados (já escrevemos sobre um aqui).

O Vídeo apresenta a mise en place e o serviço de um dos seus jantares vínicos em parceria com a Quinta do Vesúvio.

Saibam mais sobre os seus jantares em Vasco Coelho Santos

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Porto – Feitoria Inglesa

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A Feitoria Inglesa bem pode ser um dos mais bem guardados segredos da cidade do Porto. Construída entre 1785 e 1790, sob o comando do cônsul John Whitehead, serviu os interesses da comunidade Inglesa da cidade, fortemente ligada ao comércio de Vinho do Porto. Desde 1811, com a extinção das Feitorias, tornou-se a sede da British Association, funcionando nos mesmos moldes até aos dias de hoje com as mesmas regras e um imaculado respeito pelo seu Passado.

Controlada pelas grandes companhias inglesas de Vinho do Porto, A Feitoria não é uma simples sede, é também a casa da melhor colecção de vinhos Vintage da cidade ( cada membro da Feitoria “paga”  a sua entrada no Club em caixas de Vinho do Porto Vintage). Possuí uma espantosa Biblioteca de livros ingleses, alguns com mais de 2 séculos, com uma série de primeiras edições, de Charles Dickens à história do vinho do Porto.

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Visitar e almoçar na Feitoria é uma experiência apenas possível por convite. Todas as quartas feiras, os membros e os seus convidados reúnem-se para um almoço informal. A escolha da quarta feira tem também ela uma razão histórica, uma vez que no passado as encomendas inglesas de Vinho do Porto chegavam à cidade à Segunda e à Quinta, para serem expedidas no dia seguinte, ficando a quarta mais livre para os comerciantes se poderem reunir e desfrutar do seu club.

A convite de Joe Álvares Ribeiro, o 1º Tesoureiro de origem portuguesa (o tesoureiro funciona como o Presidente da Feitoria ), pudemos conhecer a história da Feitoria e participar num desses almoços. Cabe ao Tesoureiro a difícil tarefa de escolher o Vintage, que será provado no final da refeição e que os membros tentarão decifrar, enquanto o próprio se regozija com as respostas que vai ouvido.

O Almoço tem hora marcada, com o aperitivo a ser servido às 13h no Drawing room, ou não estivéssemos nós em solo britânico, aqui é também exposto o Jornal The Times de há 100 anos atrás, um gesto curioso e mais uma lufada de história e tradições.

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Do almoço Buffet, destaque claro para o Vintage de 66 (eu não fui abaixo dos anos 70), e para o magnífico Stilton com que terminamos a refeição. Neste Almoço houve ainda a particularidade de ser totalmente harmonizado com vinhos Brancos Internacionais do Velho e Novo Mundo.

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 Existem poucos sítios assim, com tanto amor e respeito pela tradição e a história. Que os seus almoços, os seus jantares, os bailes, perdurem por muitos mais séculos.

Feitoria Inglesa
Rua do Infante D. Henrique, 8, Porto

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Londres em 3 Dias – Dia 3

London - 104Palácio de Buckingham

Terceiro e último dia, infelizmente.

Começamos o nosso dia bem cedo para aproveitar ao máximo, o cansaço já se faz sentir mas nada nos pára!

London - 112Hyde Park

Parques!!! À semelhança de Paris, Londres também é uma cidade repleta de belíssimos e frequentadíssimos parques. E nem pensar ir a Londres e não conhecer pelo menos o Hyde Park, sorte a minha, como estive na cidade no fim de Novembro, já estava tudo repleto de decorações natalícias que eu tanto adoro, e no Hyde Park havia o Winterwonderland! Que maravilha, um pequeno parque temático de ambiente Natalício, preenchido com diversões, barraquinhas e espírito para viver o Natal. Mas, Natal e brincadeiras à parte, o Hyde Park é o principal parque do centro de Londres e forma uma das maiores áreas verdes da cidade, com 2,5 km2 de área. Ele é oficialmente reconhecido como um dos parques reais de Londres, ou seja, que outrora pertenceu a monarcas, e é famoso pela sua Speakers’ Corner (local onde qualquer cidadão pode discursar criticando o que quiser menos a família real ou o governo inglês, estando em cima de algo, pois se não estiver a pisar solo inglês não está sujeito às suas leis!), este serviu de palco a personalidades importantíssimas, tais como Karl Marx e George Orwel.

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O Hyde Park é maravilhoso, e vão perceber isso quando se cruzarem com os esquilos! Vão querer passar o dia todo a alimentá-los! O parque possui uma infraestrutura considerável, com restaurantes, cafés, um centro de aprendizagem sobre natureza e a vida selvagem, passeios em carruagens, barcos a pedal para o uso no lago Serpentine e o aluguer de espreguiçadeiras. Há também um clube de ténis e cavalos disponíveis para o hipismo.
Este serve também de palco a eventos de música, por onde já passaram nomes como Madona, U2, Red Hot Chilli Peppers, entre outros.

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Após um relaxante início do dia no Hyde Park, decidimos ir ver a troca da Guarda Real no Palácio de Buckingham (residência da monarquia inglesa, não é, nem de longe, nem de perto, um dos edifícios mais bonitos de Londres), esta acontece diariamente de Maio a Julho ou em dias alternados no resto do ano, por volta das 11h30, mas se querem ver bem, mais vale irem mais cedo! Sinceramente, dispenso, fui assistir mas não voltaria a repetir, perdi imenso tempo, teria sido bem mais interessante visitar outro local, no entanto, se forem com tempo, sem dúvida que é algo mítico na cidade de Londres. Basicamente, é um alinhamento perfeito de Guardas, com as suas fardas típicas, baterias, muito barulho e muita gente, e é o momento em que, como o próprio nome indica, há uma troca de guardas, em que é entregue a chave do palácio aos guardas que vêm substituir os que estavam, é um cenário cujas personagens principais são os Old Guards e os New Guards.

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Para aqueles que dispensarem a troca da Guarda durante a sua curta estadia em Londres, e mais uma vez recomendo que o façam, sugiro que aproveitem essas horas, para visitar Notting Hill, passear pelo famoso Mercado de Portobello Road e conhecer um pouco de uma zona muito multi cultural e excêntrica da cidade, sugiro que o façam ao sábado de manhã, pois é o dia em  que o mercado está ao rubro (Nota: a probabilidade de encontrarem Hugh Grant ou Julia Roberts é muito reduzida).

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Ainda sem grande fome e com vontade de resgatar o tempo perdido na Troca da Guarda Real no Palácio de Buckingham, rumamos ao HMS Belfast (que não conseguimos visitar no 1º dia, durante o inverno as principais atrações da cidade fecham as portas muito cedo, a rondar as 17h30).

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Imaginem um navio que traduza ao pormenor toda a vida da Marinha Real Britânica durante a Segunda Grande Guerra, esse navio é o HMS Belfast! Aposentado e ancorado permanentemente nas margens do Tamisa, desde 1971 é operado pelo Imperial War Museum. Batizado em homenagem à cidade de Belfast, capital da Irlanda do Norte, este desempenhou um papel único durante a Segunda Guerra Mundial e décadas depois apoiou a ONU na Guerra da Coreia. A recriação é feita de uma forma semelhante ao Churchill War Room, encantando miúdos e graúdos.

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Bem, é tempo de comer, e nada melhor do que explorar um dos mercados de rua.
O Borought Market é um daqueles deliciosos locais cheios de aromas e sabores, com produtos típicos e tradicionais e também internacionais, onde dá vontade de comer de tudo! Está sempre cheio de locais e turistas à procura das mais diversas iguarias.
Este mercado é um autêntico centro de distribuição e abastecimento de alimentos. É o mais antigo da cidade, cuja história remonta ao século XIII, em que havia um mercado estabelecido na margem sul do Tamisa, próximo à London Bridge, e há 250 anos mudou-se para o local que ocupa ainda hoje. É perfeito para comprar algumas coisas deliciosas e frescas, e ir a comer enquanto se continua a visitar a cidade, ou então se preferirem podem mesmo comer dentro do mercado nas suas diversas bancas, que mais uma vez mostram toda a mescla de culturas que fazem de Londres uma cidade única.

Próximo ao mercado aproveitamos, ainda, para visitar uma belíssima catedral, a Southwark Cathedral.
Esta catedral é a mais antiga igreja gótica em Londres, reconstruída em 1212, depois dum incêndio danificar severamente a igreja, anteriormente no estilo normando.

Bem, chegamos ao fim! É altura de regressar ao Hotel, pegar na mala e voltar a casa.

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Londres, a cidade intemporal, que concentra no mesmo momento o passado, presente e futuro.
A cidade que nos remete facilmente para um filme de ação do James Bond, mas também para um episódio dos Tudors.
A cidade de Shakespeare, do Sherlock Holmes, e da Monarquia mais emblemática de sempre!
A cidade repleta de história, de vida, de cultura, e de tanta diversidade.
A cidade que nos faz querer voltar vezes e vezes sem conta…

Este Artigo é o 3º de uma série de 3. (ver Dia 1) ( ver Dia 2)

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Londres em 3 Dias – Dia 2

London - 69 Big Ben e London Eye

Segundo dia em Londres, acordar cedo e seguir à descoberta da cidade.

Optamos pela zona de Westminster, iniciando pela Westminster Abbey, que faz parte dum núcleo político e religioso do Reino Unido -Parliament Square.
A Abadia é uma das mais belas e a mais importante igreja inglesa, sendo um glorioso exemplo de arquitectura medieval. Em 970 d.C., São Dunstan da Cantuária fundou no local uma comunidade de Monges Beneditinos mas só entre os anos de 1045 e 1050 é que foi construída a abadia em pedra por Edward, “The Confessor”. Esta continua a ser um local de eleição para comemorações da realeza, como a coroação da Rainha Elizabeth II, o funeral da Princesa Diana, e o casamento do Príncipe William com Kate Middleton. Este magnifico local é também um panteão, que guarda não só os túmulos reais como os de personagens de destaque na história, como Isaac Newton, Charles Darwin, entre muitos outros.

London - 71A Abadia de Westminster

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Este núcleo político e religioso é onde palpita o coração de Inglaterra, o Parliament Square é constituído também pelas Houses of Parliament ou Palácio de Westminster, um vigoroso edifício gótico, onde fica o maior símbolo da cidade, o famoso Big Ben, a torre do relógio com um sino com mais de treze toneladas, idealizado pelo enorme Benjamin Hall, um homem grande, e um grande homem, que lhe deu o seu nome! Este notório cartão postal de Londres marca as horas pontualmente há mais de 150 anos.

Neste local podemos também encontrar as estátuas de Winston Churchill e Oliver Cromwell e a St. Margaret’s Church, que fica ao lado da Abadia de Westminster e é a preferida dos políticos e famosos para os seus casamentos. Outro local junto à Abadia é o Dean’s Yard, uma praça pitoresca, constituída por prédios de diferentes épocas, muitos deles ocupados pela Westminster School.

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Muito próximo de Parliament Square e em direcção ao centro da cidade, temos o Museu Churchill War Rooms. Adorei… Aqui conseguimos descobrir os aposentos originais e as salas por onde passaram todas as estratégias e comunicações de Churchill durante a II Guerra Mundial, percebemos na perfeição o bunker onde aquele Governo e o seu mais emblemático líder  comandaram os destinos daquele País e da Europa. Percorremos a história secreta que se vivia no subterrâneo, as histórias de quem trabalhou no subsolo enquanto Londres era bombardeada.

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Quando saímos daqui, percorremos a rua White Hall até chegarmos a Trafalgar Square, ao próximo local de paragem obrigatório, a National Gallery, mas não sem antes dar uma espreitadela na célebre 10 Downing Street, residência oficial e escritório do primeiro-ministro, e tirar umas fotografias na Horse Guards.

London - 55London - 44The National Gallery

A National Gallery, datada de 1824, é um dos mais importantes museus da Europa e um dos mais conhecidos do mundo. Abriga uma preciosa coleção de mais de 2.300 pinturas, que datam desde a metade do século XIII até o início do século XX.
Este edifício monumental de estilo neoclássico, construído sobre uma antiga mansão londrina que lhe confere as colunas italianas na entrada, contém algumas das obras mais importantes, raras e emblemáticas da História da Arte, de artistas como Leonardo da Vinci, Botticelli, Caravaggio, Rembrandt, Renoir, Monet, Van Gogh, Gauguin, Degas, Picasso, entre outros.

Bem, manhã excelente mas exaustiva, foi sem parar um segundo, mas quem corre por gosto não cansa, e só assim aproveitamos a cidade a sério! São apenas 3 Dias!

London - 40Covent Garden Apple Market

Paramos então para almoçar no restaurante Clos Magiore (Ver), em Covent Garden, eleito ano após ano o mais romântico da cidade. A área é dominada por estabelecimentos comerciais, que oferecem compras e entretenimento, além de performances de rua. Covent Garden Market é um exemplo disso, com bares e restaurantes, artistas de rua e lojas variadas.

London - 33 Royal Albert Hall

Após o almoço e um descanso merecido rumamos a um imponente edifício, o Royal Albert Hall, que infelizmente não pudemos visitar pois estava encerrado. Esta é uma sala de espetáculos com capacidade para mais de 8.000 pessoas, inaugurado a 29 de Março de 1871 pela rainha Vitória, em memória do seu falecido conjugue Alberto de Saxe-Coburgo-Gota. O edifício é belíssimo, e caracteriza-se por uma abóbada de vidro e o uso do tijolo em terracota, característica típica da era vitoriana que também está presente, por exemplo, no Natural History Museum.

London - 31Fóssil de Dinossauro no Museu de História Natural

Falando neste último, foi precisamente o sítio para onde fomos a seguir!
Quando chegamos já eram perto das 17h, logo já estava a anoitecer, o que enalteceu ainda mais a beleza do edifício vitoriano que é este museu de ciência da vida e da terra. O espaço contém cerca de 70 milhões de espécies ou itens. Existe também um jardim de vida saudável, que inclui várias espécies nativas de fauna e flora. Fundado em 1881 como departamento do Museu Britânico, possui coleções com um grande valor histórico e científico, como as espécies recolhidas por Darwin. Uma das exclusividades é a exposição permanente de esqueletos de dinossauros. A biblioteca contém livros, jornais, manuscritos e coleções de arte ligadas ao trabalho e à investigação. É um local adorado tanto por adultos como por crianças.

Por fim, terminamos o nosso dia a passear e jantar na movida região de Soho, num dos seus mais concorridos restaurantes, o Pulpo.

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Este Artigo é o 2º de uma série de 3. (ver Dia 1) (Ver Dia 2)

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Londres em 3 Dias – Dia 1

London Bridge London Bridge

Tenho que admitir que sempre foi uma das cidades que mais queria conhecer, talvez por ter uma pessoa que me é muito próxima completamente viciada e neurótica por Londres, e que desde cedo me incutiu o interesse por esta viagem!
Assim, numa fugida de apenas três dias lá me aventurei por terras de Sua Majestade.

Londres é uma espécie de paraíso para todos os gostos, é simultaneamente uma cidade com séculos de história e cosmopolita como poucas. Em cada recanto encontramos um edifício histórico ao lado de outro que enaltece o que de melhor temos na arquitetura dos nossos dias. É o passado conjugado com o futuro na mais perfeita combinação. Daí o sucesso daquela que é uma das cidades mais visitadas do mundo.

London - 16 A vista da Catedral de St Paul

Londres é uma importante cidade global e um dos maiores, mais importantes e influentes centros financeiros do mundo. Cidade que remonta a sua origem aos romanos, apresenta uma enorme diversidade de povos, culturas e religiões, uma das imensas razões pelas quais é considerada uma das cidades mais interessantes do mundo, e uma das melhores para se viver.

Londres já foi a maior cidade do mundo (entre 1831 e 1925). A superpopulação e o crescente congestionamento do tráfego deram origem à primeira rede ferroviária urbana do mundo. O que conhecemos por Londres é, nada mais nada menos que, uma região administrativa que reúne 32 bairros (boroughs) e um distrito que ocupa o centro da cidade (City of London) que tem apenas uma milha quadrada – Square Mile – e possui um estatuto único, com o seu próprio “Lord Mayor of London”, câmara municipal, bandeira, brasão, polícia e até leis.
Historicamente, o que faz da City of London tão especial é que foi nesta área da margem norte do Tamisa, em meados do século I d.C., que os romanos se estabeleceram comercialmente e ao qual chamaram de Londinium.

Mas, história à parte, vou contar-vos o que consegui visitar em apenas três dias.

Chegamos por volta da hora do almoço a Londres e a fome já apertava! Pousamos as malas no hotel e rumamos à descoberta dum local para comer.
Optamos pela street food na mítica Chinatow que fica no Soho, Westminster. É um pouco da China na capital inglesa, com restaurantes e lojas tradicionais de grande qualidade.
Aqui encontram comida oriental a um preço bastante acessível, e bastante saborosa também, optamos pelo Yangguang Supermarket, e o mais famoso Char Siu Bao da cidade (ver artigo).

London - 15 St Paul

Mais confortáveis e com o apetite saciado, rumamos à City of London, a um dos ex libris da cidade, a St Paul’s Cathedral, ou a Catedral de São Paulo. Esta obra prima de Sir Christopher Wren, que a reconstruiu após um grande incêndio em 1966, foi o local do casamento do Príncipe Charles e de Lady Diana em 1981. É uma catedral anglicana e é a sede do Bispo de Londres, a sua cúpula é a segunda maior do mundo e dela tem-se uma visão magistral sobre a cidade. No local da catedral foi erguida, em 604 d.C., a primeira igreja de Inglaterra, feita de madeira. Ao longo de centenas e centenas de anos foi sendo alterada e reconstruída até que assumiu a forma que o seu último arquiteto lhe deu, o estilo barroco com uma cúpula inspirada na da Basílica de São Pedro (a única que a ultrapassa na altura!). Aqui estão sepultadas personalidades importantíssimas, como o seu próprio arquiteto, a pioneira de Enfermagem, Florence Nightingale, o Duque de Wellington, Alexander Fleming, entre muitos outros.

London - 14 Tower of London

Após este exímio exemplo de arte sacra, rumamos à Tower of London, que fica relativamente perto. A Torre foi fundada em 1078 por Guilherme I, o Conquistador, que ordenou a construção da Torre Branca dentro do ângulo sudeste das muralhas da cidade, adjacente ao Tamisa. A Torre servia para proteger os Normandos do povo de Londres e para proteger a cidade dos invasores externos.

Foi um dos locais que mais me suscitou interesse, pois todo o ambiente está repleto de história e influenciado pela sua própria estrutura física.
A sua função já foi residencial até meados do século XVII e, até hoje, possui o papel de abrigar os monarcas que são coroados. No entanto, as funções foram variando com o passar dos séculos, desde palácio para “Sede da Casa da Moeda” a “Mostra dos Animais do Reino”, servindo, também, como local de execução e tortura. Este último cujas histórias enchem as nossas mentes de curiosidade, mórbida, diria eu!

London - 13 Bloody Tower – Torre de Londres

É também na Torre de Londres que as Jóias da Coroa ficam guardadas, numa câmara subterrânea.
Pormenor curioso é a colónia de corvos que habita a Torre e é protegida por decreto real, pois segundo a lenda, o império ruirá no dia em que estas aves deixarem o lugar, verdade ou lenda, é melhor não arriscar!

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Esta maravilhosa e misteriosa, quase assustadora, obra de arte é constituída, também, pela Torre Sangrenta, que representa o passado obscuro e de terror deste local, a Igreja de São João, o Evangelista, um local normando de devoção religiosa, o Portão dos Traidores, assim chamado por garantir um meio discreto de conduzir importantes prisioneiros à Torre, a Torre Verde, local de execução de pessoas nobres, como por exemplo, Ana Bolena, o museu das armas e armaduras reais, e os guardas, num total de 35 que vamos encontrando ao longo de todo complexo, que usam os uniformes da época dos Tudors.
Resumindo, um exemplar de história pura com todo o mistério necessário para suster a nossa respiração.

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Muito próximo da Torre temos um dos locais mais icónicos da cidade, a Tower Bridge, uma ponte-báscula construída sobre o rio Tamisa, inaugurada em 1894, sendo atualmente uma das pontes mais famosas do mundo, e sem dúvida, uma das mais bonitas.
Findada esta tarde saída de uma aula de história, fomos jantar ao Tapas Brindisa (artigo) nas imediações do Borough Market.

London - 22Picadilly Circus

Após o jantar aproveitamos para visitar uma das praças mais frenéticas de Londres, Picadilly Circus. Que vida, que luz, que loucura! Somos completamente invadidos por uma sensação de alegria, tal é a euforia desta zona!
A área é rodeada de várias atrações turísticas, incluindo a estátua de Eros e os bares e teatros do West End londrino. Durante os anos sessenta do século XX era um dos centros da Londres moderna.

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Uma das razões pela qual se chama de Circus são os famosos outdoors localizados num prédio de esquina de Picadilly, neles podem ser observados vários anúncios comerciais em néon.
Por fim, terminamos o primeiro dia, já exaustos, a assistir ao musical O Fantasma da Ópera, no Her Majesty’s Theatre, (na altura da nossa visita, ainda com a fantástica Sofia Escobar), recomendo vivamente que assistam a um musical, há imensos em exibição o ano todo, e para todos os gostos!

London - 20 O Final do 1º dia Dia foi perfeito, na companhia do famoso Fantasma da Ópera

Este Artigo é o 1º de uma série de 3. (ver Dia 2) ( Ver Dia 3)

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Caves do Vinho do Porto – Graham’s

As Caves 1890 da Graham’s, nasceram nesse mesmo ano num cenário idílico de Vila Nova de Gaia, ligeiramente afastada das restantes caves, com vista sobre o Porto e as bonitas Pontes da cidade. Abertas ao público há mais de 20 anos, foram no ano de 2013, alvo de uma grande renovação , marcando uma nova forma de olhar para o Enoturismo e para a forma de Bem receber.

Com a compra da Graham’s pela família Symington em 1970, a empresa tem-se desenvolvido com respeito pelo passado, como podemos ver na sala museu, onde nenhum pormenor foi deixado ao acaso, desde livros de lote centenários, fotografias, cartas de agradecimento da Rainha de Inglaterra ou do Presidente Obama, um famoso relógio Patek Philippe, outrora pertencente à Rainha Maria Pia, que foi comprado pela família Symington, garrafas históricas, e uma pequena homenagem aos artesãos que ainda hoje trabalham na Graham’s (é a única empresa de Vinho do Porto a manter uma equipa de Tanoeiros) e em particular ao mestre Emílio Oliveira, que há 50 anos se ocupa de toda a tanoaria da família.

Num nível mais abaixo, e num ambiente completamente distinto – mais escuro e fresco – vivem e descansam os bens mais preciosos da Graham’s, os seus vinhos, com mais de 3200 cascos, entre pipas e balseiros, desengane-se quem acha estar perante um museu, por ali passaram e continuam a passar todos os vinhos da casa, é uma cave em pleno trabalho e em constante alteração, podendo facilmente passar por um balseiro de Six Grapes, um futuro Colheita, ou para os mais atentos, pelas pipas que dão origem ao famoso e luxuoso Ne Oublie de 1882.

Na Cave as obras de reestruturação e recuperação foram de extremo bom gosto, sem alterar em nada a traça do espaço, e com destaque para o jogo de luz que nos ajuda a viajar no tempo tal é a carga histórica que se vive naquele espaço.  Falando em história, nada como percorrer algumas das salas mais internas da cave, onde envelhecem, qual bela adormecida, alguns dos principais Vintages da marca, com garrafas desde 1868 até aos dias de hoje. Que sonho e vontade de provar alguns daqueles néctares.

Entrando na sala de Provas, tudo muda para um ambiente com bastante luz natural, paredes brancas, decoradas com recurso a madeira, e claro ao que a Graham’s tem de melhor, os vinhos. Os bilhetes para visitar as Caves correspondem a um determinado tipo de prova, podendo ir dos 5€ ( 3 portos simples) até aos 50€. A partir dos 20€ tem-se acesso a uma outra sala de Provas, a Sala Vintage, um espaço de decoração tipicamente inglesa, num ambiente intimista, onde os sofás e livros que fazem parte do espólio da família, criam o cenário perfeito para provar alguns dos melhores vinhos da marca.

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Findada a visita e com a habitual ciência da organização de museus, terminamos na Loja,  onde, com  a ajuda de uma bem formada equipa, é possivel comprar os produtos da Symington que mais se adequam aos gostos de cada um, desde um simples vinho Prazo de Roriz, ao Azeite, passando como  é óbvio por toda uma variedade de Vinhos do Porto.

O Espaço das Caves 1980, da Graham’s, não se fica por aqui, faltando ainda falar do seu Restaurante Vinum, uma parceria entre os Symington e os espanhóis Sagardi, que trouxeram até Gaia, uma cozinha de raiz Portuguesa  assente na qualidade do produto e na mestria da confecção. Lembro os mais desatentos que este foi eleito Restaurante Revelação, nos prémios Flavors & Senses os Melhores para 2014. Destaque para a sala Atrium, com vista direta sobre o Douro e a cidade.

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Graham’s – Caves 1890
Rua do Agro, 141 (Grahams Port Lodge) Vila Nova de Gaia
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Gin Tasting Porto #4OUT

O Gin invadiu Portugal, diferentes combinações, cada vez mais produtores nacionais e bares da especialidade. Com base nisto e seguindo o sucesso do ano Passado surge mais uma vez o GIN Tasting, pela mão da Essência do Vinho, o único grande evento ligado exclusivamente ao mundo do Gin, no próximo dia 4 de Outubro na casa de Serralves.

“Mais de 50 marcas de gin (incluindo referências portuguesas) e águas tónicas, especialistas portugueses e convidados internacionais, um programa de workshops e master classes e a atuação constante de DJ’s são os pontos fortes do programa do “GIN tasting”.”

Um evento a não perder, com o selo de qualidade que a EV nos tem vindo a demonstrar. Ao contrário do ano passado, este ano o bilhete não dá acesso livre a todos os Gins em Prova, mas sim a 3 Gins + Copo e masterclasses.

Entrada – 15€/pp (10€ online até Quinta 2 de Outubro)

Gin Tasting

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Os segredos para um Bom Serviço #MAD4

Existe quem diga, que num restaurante com bom serviço se perdoa uma cozinha menos boa, no entanto quando o serviço é mau, raramente se perdoa, além de se julgar a comida pelo seu serviço.

Hoje, na era dos Chefs, das decorações modernas e da criação de ambientes diferentes, o serviço é mais um item, e não um dos principais. Longe vão os tempos, em que uma boa parte do entretenimento da refeição, estava em ver a chamada “cozinha de sala”, com molhos a serem preparados na frente do cliente, os famosos flamejados, ou a mestria na hora de decantar um vinho (no Porto ainda temos o Portucale).

Hoje tudo mudou, o principal entretenimento passa por um vidro entre a cozinha e sala além da originalidade e criatividade dos pratos que nos são oferecidos.  Com todas estas alterações a vontade do comensal continua a mesma, receber um bom serviço, e é sobre isso que o mestre Silvano Giraldin, a lenda à frente da sala do Le Gavroche, o 1º restaurante em Londres a conseguir 3 estrelas Michelin, falou no MAD 4.  Uma contextualização do serviço nos últimos 30 anos e as melhores dicas possíveis para um serviço de excelência.

Quem lê os meus artigos sabe o quanto valorizo o serviço, e a sua adequação ao restaurante em causa. Por isso aqui fica um vídeo obrigatório, para qualquer empresário da restauração e os seus profissionais de sala.

Silvano Giraldin: “The Art of the Table” from MAD on Vimeo.

“you can only see a service when he is missing it”

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Como andar em Amesterdão

A zona central da cidade é relativamente pequena com todos os principais pontos a serem de fácil acesso, daí dar uso às perninhas e caminhar pela cidade , perdendo-se entre ruas e canais e encontrando os encantos de Amesterdão ser uma boa opção. Outra, que tornará qualquer visitante num local, é a bicicleta, que também dá uso às perninhas e nos faz viver a cidade de uma outra forma.

Falando de bicicletas, se optarem por esta forma de transporte há dicas que tenho que vos dar: Muitos hotéis disponibilizam bicicletas para os seus hospedés passearem pela cidade, se não for o vosso caso, aluguem uma bicicleta, existem muitas lojas para escolher, como por exemplo a MacBike ou a Star Bikes, mas pesquisem os preços e os serviços. Para alugar precisam apenas de um cartão de identificação e passaporte, e também uma caução em dinheiro ou cartão de credito, há locais onde se paga adiantado e outros no acto de entrega da bicicleta.

Relativamente a percorrer a cidade de bicicleta, têm que ter alguns cuidados, respeitem os sinais de trânsito e as zonas onde devem levar a bicicleta pela mão, marcadas com um sinal de proibido. Os ciclistas têm prioridade exceto quando os veículos se apresentam pela direita (pelo menos na teoria, já na prática…). Algumas ruas têm ciclovia à margem da calçada, outras, faixa para ciclistas no asfalto, à direita das faixas dos carros. Há ruas sem ciclovia também. Quando não houver uma via exclusiva, devem pedalar sempre do lado direito, no mesmo sentido dos carros. Não devem parar no meio da ciclovia, e sempre que forem virar é importante não esquecer de fazer sinal com o respectivo braço. Existem também semáforos apenas para bicicletas. Ao estacioná-la, já sabem, prendam-na com dois cadeados ou correntes se a quiserem encontrar no sítio.

Basicamente, a palavra de ordem é a informalidade, e isto foi das coisas que mais adorei nesta viagem, as pessoas são práticas, simples, sem pretenciosismos e descontraídas.


Relativamente aos transportes públicos e para quem preferir um meio mais perguiçoso, pode optar por duas maneiras de viajar e economizar, adquirindo o I Amsterdam Card (passe turístico que inclui transporte ilimitado, estacionamento, descontos de 25% em restaurantes, passeio de barco pelos canais e entrada em quase todos os museus (com exceção de Anne Frank House e do Rijksmuseum – desconto de 2,5€), temos a opção de 24 horas (47 euros), 48 horas (57 euros) ou 72 horas (67 euros) – aconselho a comprar, a quem pretender utilizar muito os transportes e ver muitos museus, pois economiza-se bastante em tudo. A segunda maneira de economizar é com os passes diários da GVB – a empresa de transportes de Amsterdão. Os passes garantem de 24 a 168 horas de transporte ilimitado nos elétricos (Tram), no Metro e no Bus. Podem também optar pelo bilhete individual que vale para viagens feitas durante uma hora, mas se usarmos transportes várias vezes ao dia, o melhor é comprar um dos passes diários pois o passe válido por 24 horas custa 7,50 euros e a viagem individual cerca de 2.8€. Não se esqueçam, a validade passa a contar a partir da primeira utilização, e devem validar à saída do transporte também, nao só à entrada. Estes passes podem ser comprados diretamente a bordo do Tram, do Bus, ou nas máquinas de bilhetes nas estações de Metro. Importante, apenas transportes da GVB são contemplados pelo passe. Durante a vossa estadia, porém, dificilmente precisarão usar algum transporte em Amsterdão que não pertença à empresa.


Algo caricato que nos aconteceu foi que quando a estação em que queríamos sair estava próxima, tocamos no botão verde ao lado da porta para solicitar a paragem, o Tram parou mas não abriu a porta, teve que ser um Sr. a tocar novamente no botão verde para que a porta se abrisse, achavamos nós que bastava tocar uma vez! Por isso, um toque para solicitar paragem na próxima estação e um toque para a porta se abrir, e não se esqueçam de encostar o passe no leitor antes de descer. Os Trams circulam até meia-noite.

Existe ainda que opte por alugar um carro, que pessoalmente julgo só valer a pena para quem quiser andar pela zona campestre e visitar ouras terras nas proximidades, até porque conduzir e estacionar em Amesterdão pode ser um tanto ou quanto caótico e não é o que queremos para umas férias.

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